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Cemig não atende reivindicação dos trabalhadores e greve continua

Trabalhadores querem aumento real de 6% pela produtividade de 2014, fim da terceirização e contratação imediata de 1,5 mil eletricistas

Escrito por: Walber Pinto, com informações do Sindieletro • Publicado em: 14/01/2016 - 12:53 • Última modificação: 14/01/2016 - 14:50 Escrito por: Walber Pinto, com informações do Sindieletro Publicado em: 14/01/2016 - 12:53 Última modificação: 14/01/2016 - 14:50

Cemig

Em greve há 51 dias, os trabalhadores eletricitários organizados pelo Sindieletro-MG (Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais ) decidiram permanecer na luta. Na tarde dessa quarta-feira, 14, representantes do sindicato foram recebidos pela Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais), que não atendeu às exigências da categoria.

O sindicato esperava avanços nas reuniões de negociação, mas a empresa não mostrou disposição para reverter a terceirização, que degrada as condições de trabalho, rever a alteração no seguro de vida coletivo e reduzir os descontos dos dias parados, de 33% dos dias úteis para 20%.

Entre as reivindicações, eles querem aumento real de 6% pela produtividade de 2014 e 4,87% pela produtividade de 2015; contratação imediata de 1,5 mil eletricistas na Cemig, aprovados no último concurso público; e assinatura de Acordo de Primarização (fim das terceirizações das atividades-fim).

De acordo com o Sindieletro, a empresa reduziu o PLR (participação nos lucros e resultados) à metade e quer a quitação da ação do Sindieletro sobre a verba do PCR (plano de carreira e remuneração) de 2007/2009 sem pagar nenhum retroativo. Além disso, propõe reduzir o capital segurado dos aposentados em até 80%.

“Nós discutimos com a empresa a questão da primarização dos serviços (volta do trabalhador próprio na empresa) desde fevereiro do ano passado. Hoje, a empresa conta com 8 mil trabalhadores e 25 mil são terceirizados”, afirma o secretário-geral da CUT-Minas Gerais, Jairo Nogueira.


Para o coordenador-geral do Sindieletro, Jefferson Silva, a Cemig mostra uma postura truculenta justamente para criminalizar a luta dos trabalhadores e está usando a crise econômica para impor o arrocho aos trabalhadores.

“Completamos 50 dias de greve hoje e creio que já deixamos bem claro para a empresa que a categoria não está para brincadeira. A diretoria da Cemig precisa parar com esses jogos e essa disputa, para negociar de fato o ACT”, afirmou.

Ontem, os trabalhadores do Sindieletro-MG recebeu solidariedade de vários movimentos populares, estudantil e sindicatos. Na tarde desta quarta, os trabalhadores e representantes de entidades realizaram um ato público em frente a Cemig.

Título: Cemig não atende reivindicação dos trabalhadores e greve continua, Conteúdo: Em greve há 51 dias, os trabalhadores eletricitários organizados pelo Sindieletro-MG (Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais ) decidiram permanecer na luta. Na tarde dessa quarta-feira, 14, representantes do sindicato foram recebidos pela Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais), que não atendeu às exigências da categoria. O sindicato esperava avanços nas reuniões de negociação, mas a empresa não mostrou disposição para reverter a terceirização, que degrada as condições de trabalho, rever a alteração no seguro de vida coletivo e reduzir os descontos dos dias parados, de 33% dos dias úteis para 20%. Entre as reivindicações, eles querem aumento real de 6% pela produtividade de 2014 e 4,87% pela produtividade de 2015; contratação imediata de 1,5 mil eletricistas na Cemig, aprovados no último concurso público; e assinatura de Acordo de Primarização (fim das terceirizações das atividades-fim). De acordo com o Sindieletro, a empresa reduziu o PLR (participação nos lucros e resultados) à metade e quer a quitação da ação do Sindieletro sobre a verba do PCR (plano de carreira e remuneração) de 2007/2009 sem pagar nenhum retroativo. Além disso, propõe reduzir o capital segurado dos aposentados em até 80%. “Nós discutimos com a empresa a questão da primarização dos serviços (volta do trabalhador próprio na empresa) desde fevereiro do ano passado. Hoje, a empresa conta com 8 mil trabalhadores e 25 mil são terceirizados”, afirma o secretário-geral da CUT-Minas Gerais, Jairo Nogueira. Para o coordenador-geral do Sindieletro, Jefferson Silva, a Cemig mostra uma postura truculenta justamente para criminalizar a luta dos trabalhadores e está usando a crise econômica para impor o arrocho aos trabalhadores. “Completamos 50 dias de greve hoje e creio que já deixamos bem claro para a empresa que a categoria não está para brincadeira. A diretoria da Cemig precisa parar com esses jogos e essa disputa, para negociar de fato o ACT”, afirmou. Ontem, os trabalhadores do Sindieletro-MG recebeu solidariedade de vários movimentos populares, estudantil e sindicatos. Na tarde desta quarta, os trabalhadores e representantes de entidades realizaram um ato público em frente a Cemig.



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