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Congresso da CUT Paraná aprova plano de lutas

Evento discutiu momento político e definiu delegados e delegadas para a etapa nacional

Escrito por: Por Érica Aragão, com informações da CUT Paraná • Publicado em: 19/06/2017 - 16:42 • Última modificação: 19/06/2017 - 17:58 Escrito por: Por Érica Aragão, com informações da CUT Paraná Publicado em: 19/06/2017 - 16:42 Última modificação: 19/06/2017 - 17:58

CUT Paraná

Com a participação de mais de 400 pessoas, o Congresso Extraordinário da CUT Paraná encerrou no último sábado (17) com a eleição de delegados e delegadas para a etapa nacional, que acontece no começo de agosto, e com a aprovação do plano de lutas para o próximo período. O evento, que foi realizado nos dias 16 e 17 de junho em foz do Iguaçu,também encaminhou moções de repúdio às administrações locais, de Rafael Greca de Macedo e Beto Richa.

A defesa intransigente da democracia, a campanha “Diretas Já” e a ampliação das alianças com os movimentos sociais, estiveram no centro dos debates e foram incluídos no plano de lutas da Central. Para a presidenta da CUT Paraná, Regina Cruz, o Congresso da CUT veio no momento ideal. “Depois do golpe jurídico, parlamentar e midiático a classe trabalhadora com apoio dos movimentos sociais precisam traçar novas estratégias de lutas e resistência”.

Regina reafirmou a importância de mobilização e convocou toda a classe trabalhadora para luta. “Vamos, desde já, intensificar os esforços para a próxima Greve Geral. Precisamos fazer, no mínimo, uma paralisação com a mesma dimensão da anterior para dar o nosso recado. Não aceitamos direitos a menos. Não aceitamos este governo golpista e tampouco aceitamos eleições indiretas”, completou a presidenta.

O secretário Nacional de Comunicação da CUT, Roni Barbosa, também destacou a importância do Congresso Extraordinário e Exclusivo da CUT neste momento político. Segundo ele, o Golpe de 2016 não parou, ainda está em curso. “Nós não podemos errar nesta conjuntura, por isso é preciso debater muito, precisamos ter confiança em nossas ações”.

Ele reforçou a importância da construção da unidade da classe trabalhadora como um dos principais instrumentos para combater os retrocessos sociais em curso. “O ápice dessa nossa luta, até o momento, foi a Greve Geral no dia 28 de abril. Foi um sucesso porque envolveu toda essa grande unidade. Mas também porque estamos construindo isso há muito tempo”, completou Roni.

Além da conjuntura, a pesquisa CUT/VOX Populi  teve destaque como instrumento de luta em defesa da classe trabalhadora. O estudo reafirmou que a Greve Geral é o principal instrumento de luta contra as reformas, e também mostrou a ampla rejeição das reformas trabalhista e da previdência.

Segundo a secretária de Mobilização e Relações com os Movimentos Sociais da CUT Nacional, Janeslei Albuquerque, estas reformas são pilares centrais do golpe em curso e é justamente por este motivo que Michel Temer assumiu a Presidência da República. “O Temer exerce o poder e o faz sem vergonha. Faz tudo o que tem ao seu alcance para manter esse poder e fazer cumprir o programa para o qual ele foi destinado” denunciou.

O Congresso também discutiu a participação da CUT e outras centrais no próximo dia 20, no dia Nacional de Mobilização contra as reformas trabalhista e da Previdência. As Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo também farão ações na próxima quarta, dia 20, rumo à greve geral.

A vice-presidenta da CUT Nacional, Carmen Foro participou do Congresso no Paraná e disse sobre a importância da parceria com os movimentos sociais.  “O fortalecimento da aliança com os movimentos sociais tem sido fundamental para garantir a resistência, para sinalizarmos que não há uma única opinião. Há mais de uma opinião na sociedade brasileira”, enfatizou Carmem, na plenária final do evento.

Moções – Entre as moções de repúdio, destaque para o Governo Beto Richa, que ampliou as tarifas da água em 124%. A Sanepar, segundo a moção, é uma empresa pública criada para atender a população com serviço de água e esgoto, e que estaria, portanto, desviando sua função social. O prefeito de Curitiba, Rafael Greca de Macedo, também foi alvo dos delegados e delegadas do Congresso. O “pacotaço” que retira direitos e completa ausência de negociações foi lembrada pelos trabalhadores e trabalhadoras. O desmonte da Petrobrás e do pré-sal também foi alvo de moção de repúdio.

Delegados e delegadas – Os participantes também elegeram 16 delegados e delegadas que participarão do 15º Plenária - Congresso Extraordinário e Exclusivo da CUT Nacional. O evento será realizado em São Paulo entre os dias 28 e 31 de agosto deste ano.

Veja as fotos do Congresso clicando aqui.

Confira os delegados eleitos:

Julia Maria Morais - APP São José dos Pinhais

Donizetti Aparecido- Rosa da Silva SINDISEAB PR

Neveraldo da Silva Oliboni - STR Nova Prata do Iguaçu

Vera Lucia Pedroso Nogueira - SINDAEN Maringá

Wagner do Nascimento Rodrigues - Alimentação Carambeí

Clair Simões Rodrigues - Servidores Municipais Guarapuava

Otavio Bezerra Sampaio - SINDIEDUTEC (Educação) Curitiba

Vanda do Pilar Santos Bandeira Santana - APP Paranaguá

Alessandra Leite Magno da Silva – SISMUC Curitiba

Anacelie de Assis Azevedo - SINDIPETRO PR SC Curitiba

Hermes Gonçalves - Bancários Apucarana

Lauro Grunevald - SINTRACON Curitiba

José de Oliveira Lima - SINTRACON Curitiba

Marcio Mauri Kieller Gonçalves - Bancários Curitiba

Marli de Castro - Saúde Apucarana

Patricia Pott - Oposição SINDITEST PR

 

Delegados e Delegadas natos

Direção Nacional da CUT

Roni Barbosa

Janeslei Albuquerque

Jonas Braz

Regina Perpetua Da Cruz

 

Representantes natos dos Ramos

Allysson Nathan Ferreira Da Silva - Administração Municipal

Elizamara Goulart Araujo - Educação/CNTE

Lirani Maria Franco - Educação/CNTE

Marcio Andre Ribeiro - Educação/CNTE

Magaly Lucas Fagundes - Financeiro

Roberto Von Der Osten - Financeiro

Marcos Rochinski - Rural/FETRAF

Marilene Martins Moreira - Alimentação

Título: Congresso da CUT Paraná aprova plano de lutas, Conteúdo: Com a participação de mais de 400 pessoas, o Congresso Extraordinário da CUT Paraná encerrou no último sábado (17) com a eleição de delegados e delegadas para a etapa nacional, que acontece no começo de agosto, e com a aprovação do plano de lutas para o próximo período. O evento, que foi realizado nos dias 16 e 17 de junho em foz do Iguaçu,também encaminhou moções de repúdio às administrações locais, de Rafael Greca de Macedo e Beto Richa. A defesa intransigente da democracia, a campanha “Diretas Já” e a ampliação das alianças com os movimentos sociais, estiveram no centro dos debates e foram incluídos no plano de lutas da Central. Para a presidenta da CUT Paraná, Regina Cruz, o Congresso da CUT veio no momento ideal. “Depois do golpe jurídico, parlamentar e midiático a classe trabalhadora com apoio dos movimentos sociais precisam traçar novas estratégias de lutas e resistência”. Regina reafirmou a importância de mobilização e convocou toda a classe trabalhadora para luta. “Vamos, desde já, intensificar os esforços para a próxima Greve Geral. Precisamos fazer, no mínimo, uma paralisação com a mesma dimensão da anterior para dar o nosso recado. Não aceitamos direitos a menos. Não aceitamos este governo golpista e tampouco aceitamos eleições indiretas”, completou a presidenta. O secretário Nacional de Comunicação da CUT, Roni Barbosa, também destacou a importância do Congresso Extraordinário e Exclusivo da CUT neste momento político. Segundo ele, o Golpe de 2016 não parou, ainda está em curso. “Nós não podemos errar nesta conjuntura, por isso é preciso debater muito, precisamos ter confiança em nossas ações”. Ele reforçou a importância da construção da unidade da classe trabalhadora como um dos principais instrumentos para combater os retrocessos sociais em curso. “O ápice dessa nossa luta, até o momento, foi a Greve Geral no dia 28 de abril. Foi um sucesso porque envolveu toda essa grande unidade. Mas também porque estamos construindo isso há muito tempo”, completou Roni. Além da conjuntura, a pesquisa CUT/VOX Populi  teve destaque como instrumento de luta em defesa da classe trabalhadora. O estudo reafirmou que a Greve Geral é o principal instrumento de luta contra as reformas, e também mostrou a ampla rejeição das reformas trabalhista e da previdência. Segundo a secretária de Mobilização e Relações com os Movimentos Sociais da CUT Nacional, Janeslei Albuquerque, estas reformas são pilares centrais do golpe em curso e é justamente por este motivo que Michel Temer assumiu a Presidência da República. “O Temer exerce o poder e o faz sem vergonha. Faz tudo o que tem ao seu alcance para manter esse poder e fazer cumprir o programa para o qual ele foi destinado” denunciou. O Congresso também discutiu a participação da CUT e outras centrais no próximo dia 20, no dia Nacional de Mobilização contra as reformas trabalhista e da Previdência. As Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo também farão ações na próxima quarta, dia 20, rumo à greve geral. A vice-presidenta da CUT Nacional, Carmen Foro participou do Congresso no Paraná e disse sobre a importância da parceria com os movimentos sociais.  “O fortalecimento da aliança com os movimentos sociais tem sido fundamental para garantir a resistência, para sinalizarmos que não há uma única opinião. Há mais de uma opinião na sociedade brasileira”, enfatizou Carmem, na plenária final do evento. Moções – Entre as moções de repúdio, destaque para o Governo Beto Richa, que ampliou as tarifas da água em 124%. A Sanepar, segundo a moção, é uma empresa pública criada para atender a população com serviço de água e esgoto, e que estaria, portanto, desviando sua função social. O prefeito de Curitiba, Rafael Greca de Macedo, também foi alvo dos delegados e delegadas do Congresso. O “pacotaço” que retira direitos e completa ausência de negociações foi lembrada pelos trabalhadores e trabalhadoras. O desmonte da Petrobrás e do pré-sal também foi alvo de moção de repúdio. Delegados e delegadas – Os participantes também elegeram 16 delegados e delegadas que participarão do 15º Plenária - Congresso Extraordinário e Exclusivo da CUT Nacional. O evento será realizado em São Paulo entre os dias 28 e 31 de agosto deste ano. Veja as fotos do Congresso clicando aqui. Confira os delegados eleitos: Julia Maria Morais - APP São José dos Pinhais Donizetti Aparecido- Rosa da Silva SINDISEAB PR Neveraldo da Silva Oliboni - STR Nova Prata do Iguaçu Vera Lucia Pedroso Nogueira - SINDAEN Maringá Wagner do Nascimento Rodrigues - Alimentação Carambeí Clair Simões Rodrigues - Servidores Municipais Guarapuava Otavio Bezerra Sampaio - SINDIEDUTEC (Educação) Curitiba Vanda do Pilar Santos Bandeira Santana - APP Paranaguá Alessandra Leite Magno da Silva – SISMUC Curitiba Anacelie de Assis Azevedo - SINDIPETRO PR SC Curitiba Hermes Gonçalves - Bancários Apucarana Lauro Grunevald - SINTRACON Curitiba José de Oliveira Lima - SINTRACON Curitiba Marcio Mauri Kieller Gonçalves - Bancários Curitiba Marli de Castro - Saúde Apucarana Patricia Pott - Oposição SINDITEST PR   Delegados e Delegadas natos Direção Nacional da CUT Roni Barbosa Janeslei Albuquerque Jonas Braz Regina Perpetua Da Cruz   Representantes natos dos Ramos Allysson Nathan Ferreira Da Silva - Administração Municipal Elizamara Goulart Araujo - Educação/CNTE Lirani Maria Franco - Educação/CNTE Marcio Andre Ribeiro - Educação/CNTE Magaly Lucas Fagundes - Financeiro Roberto Von Der Osten - Financeiro Marcos Rochinski - Rural/FETRAF Marilene Martins Moreira - Alimentação



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