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CUT-CE faz ato em defesa de Lula e da classe trabalhadora

Uma manifestação em defesa de direitos, de Lula e da classe trabalhadora.

Escrito por: Raquel Chaves/CUT-CE • Publicado em: 13/07/2017 - 19:12 • Última modificação: 17/07/2017 - 14:08 Escrito por: Raquel Chaves/CUT-CE Publicado em: 13/07/2017 - 19:12 Última modificação: 17/07/2017 - 14:08

Letícia Alves/ CUT-CE

Movimentos sociais e sindical realizaram, na tarde desta quinta-feira (13/7), ato em defesa dos direitos da classe trabalhadora e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na sede da CUT-CE, em Fortaleza. A atividade foi convocada um dia antes, pela Frente Brasil Popular - Ceará, da qual a Central estadual faz parte, em resposta à sentença do juiz Sergio Moro, que condenou Lula a nove anos e seis meses de prisão por conta do processo que envolve um apartamento no Guarujá, no litoral paulista. Na capital cearense, a atividade foi coordenada pelo PT e pelo PCdoB. Outros atos semelhantes ocorreram em 21 outras CUTs estaduais.

Em seu discurso, o presidente do diretório estadual do PT, Diassis Diniz, afirmou que todos receberam ontem (12/7) a notícia da condenação do ex-presidente com indignação e revolta. “Tudo isso tem que se transformar em luta”, disse. “Precisa ser compreendido por todos nós que a Justiça brasileira tem tratamento oposto quando trata de militantes, dirigentes e parlamentares do PSDB e os do PT”. Ele explicou ainda que a natureza do golpe que retirou a presidenta Dilma Rousseff do poder ainda está em curso e tenta retirar, na verdade, um projeto de classe. Um golpe que, para Diassis, vai trazer ainda mais vulnerabilidade social. “Michel Temer está dirigindo uma verdadeira quadrilha que está acabando com o país. Hoje, oferecemos nossa mais ampla e irrestrita solidariedade ao companheiro Lula. E cabe a nós, nesse momento, dizermos que não nos calaremos”, enfatizou.

O presidente estadual do PCdoB, Luís Carlos Paes, que também coordenou o ato, disse que o partido oferecia, ali, um fraterno e solidário abraço a cada um dos militantes que lutam por um país mais justo, soberano e democrático. “Estamos vivendo um momento de muita gravidade no Brasil. Eu diria que a consolidação do golpe se dá pela aprovação das reformas e pela prisão do maior líder popular do Brasil nesse período que vivemos. Essa elite vai tentar, de todas as formas, consolidar o golpe”, disse Paes. O dirigente salientou ainda que quem deseja colocar o ex-presidente Lula na cadeia é uma classe dominante “escravocrata, conservadora, preconceituosa e avessa aos direitos sociais e democráticos do povo brasileiro”. Para ele, o momento agora é de retomada,  reaglutinação de forças e de fortalecimento dos movimentos para que se possa retomar uma ofensiva política.

Solidariedade, simbologias e luta por direitos

Juiz do Trabalho aposentado e ex-preso político, Inocêncio Uchoa classificou a sentença condenatória de Sérgio Moro em relação a Lula como “covardia”. Uchoa representou, no ato, o Movimento Juristas pela Legalidade e Pela Democracia no Ceará. “É importante que estejamos juntos e nos fortaleçamos juntos. Estão utilizando instrumentos do Estado para perseguir o herói do povo brasileiro e da América Latina, destruindo a soberania que o Brasil conquistou”, disse.

Luciano Simplício, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) disse acreditar que a decisão de condenar Lula tem uma simbologia muito grande. Para ele, nunca a elite vai aceitar um partido que ajudou a fundar a maior central sindical do Brasil e da América Latina – a CUT. “A condenação ao Lula é uma condenação aos partidos progressistas, aos sindicatos e aos sindicalistas”, acrescentou.

Virada Cultural pelas Diretas Já

A Frente Brasil Popular – Ceará, que ajudou a construir o ato de ontem em Fortaleza, lotou o auditório da Central estadual, onde estiveram, também, representantes de mandatos de parlamentares de esquerda, além de entidades e movimentos como: Movimento dos Atingidos/as por Barragens (MAB), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Marcha Mundial das Mulheres (MMM), Movimento Mulheres do Ceará com Dilma, Juventude do PT, União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes), União da Juventude Socialista (UJS), Movimento Médicos pela Democracia, Movimento Juristas pela Legalidade e pela Democracia, Consulta Popular e Instituto Latino-Americano de Direito, Política e Democracia.

Organizadas, essas entidades assumiram o compromisso de fortalecer a Virada Cultural Pelas Diretas Já, que ocorrerá no próximo domingo (16/7), a partir das 15 horas, no Parque do Cocó. Agora, o ato amplia o conteúdo, em defesa dos direitos e em solidariedade ao ex-presidente Lula e ao que ele representa: esperança de avanços e de conquistas sociais, de um país mais soberano e menos injusto. Novas atividades de resistência e atos de rua devem ser realizadas ao longo da próxima semana.

Para o presidente da CUT-CE, Wil Pereira, o ato de hoje foi uma pequena demonstração do que vai ser realizado no próximo domingo, durante a Virada Cultural. “O que está em jogo é a ameaça não mais velada, e sim descarada, a um projeto político e social nunca antes realizado no Brasil. A nossa luta agora é em defesa não de um homem, mas desse projeto político que transformou nosso país”, afirmou Wil.

Título: CUT-CE faz ato em defesa de Lula e da classe trabalhadora, Conteúdo: Movimentos sociais e sindical realizaram, na tarde desta quinta-feira (13/7), ato em defesa dos direitos da classe trabalhadora e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na sede da CUT-CE, em Fortaleza. A atividade foi convocada um dia antes, pela Frente Brasil Popular - Ceará, da qual a Central estadual faz parte, em resposta à sentença do juiz Sergio Moro, que condenou Lula a nove anos e seis meses de prisão por conta do processo que envolve um apartamento no Guarujá, no litoral paulista. Na capital cearense, a atividade foi coordenada pelo PT e pelo PCdoB. Outros atos semelhantes ocorreram em 21 outras CUTs estaduais. Em seu discurso, o presidente do diretório estadual do PT, Diassis Diniz, afirmou que todos receberam ontem (12/7) a notícia da condenação do ex-presidente com indignação e revolta. “Tudo isso tem que se transformar em luta”, disse. “Precisa ser compreendido por todos nós que a Justiça brasileira tem tratamento oposto quando trata de militantes, dirigentes e parlamentares do PSDB e os do PT”. Ele explicou ainda que a natureza do golpe que retirou a presidenta Dilma Rousseff do poder ainda está em curso e tenta retirar, na verdade, um projeto de classe. Um golpe que, para Diassis, vai trazer ainda mais vulnerabilidade social. “Michel Temer está dirigindo uma verdadeira quadrilha que está acabando com o país. Hoje, oferecemos nossa mais ampla e irrestrita solidariedade ao companheiro Lula. E cabe a nós, nesse momento, dizermos que não nos calaremos”, enfatizou. O presidente estadual do PCdoB, Luís Carlos Paes, que também coordenou o ato, disse que o partido oferecia, ali, um fraterno e solidário abraço a cada um dos militantes que lutam por um país mais justo, soberano e democrático. “Estamos vivendo um momento de muita gravidade no Brasil. Eu diria que a consolidação do golpe se dá pela aprovação das reformas e pela prisão do maior líder popular do Brasil nesse período que vivemos. Essa elite vai tentar, de todas as formas, consolidar o golpe”, disse Paes. O dirigente salientou ainda que quem deseja colocar o ex-presidente Lula na cadeia é uma classe dominante “escravocrata, conservadora, preconceituosa e avessa aos direitos sociais e democráticos do povo brasileiro”. Para ele, o momento agora é de retomada,  reaglutinação de forças e de fortalecimento dos movimentos para que se possa retomar uma ofensiva política. Solidariedade, simbologias e luta por direitos Juiz do Trabalho aposentado e ex-preso político, Inocêncio Uchoa classificou a sentença condenatória de Sérgio Moro em relação a Lula como “covardia”. Uchoa representou, no ato, o Movimento Juristas pela Legalidade e Pela Democracia no Ceará. “É importante que estejamos juntos e nos fortaleçamos juntos. Estão utilizando instrumentos do Estado para perseguir o herói do povo brasileiro e da América Latina, destruindo a soberania que o Brasil conquistou”, disse. Luciano Simplício, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) disse acreditar que a decisão de condenar Lula tem uma simbologia muito grande. Para ele, nunca a elite vai aceitar um partido que ajudou a fundar a maior central sindical do Brasil e da América Latina – a CUT. “A condenação ao Lula é uma condenação aos partidos progressistas, aos sindicatos e aos sindicalistas”, acrescentou. Virada Cultural pelas Diretas Já A Frente Brasil Popular – Ceará, que ajudou a construir o ato de ontem em Fortaleza, lotou o auditório da Central estadual, onde estiveram, também, representantes de mandatos de parlamentares de esquerda, além de entidades e movimentos como: Movimento dos Atingidos/as por Barragens (MAB), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Marcha Mundial das Mulheres (MMM), Movimento Mulheres do Ceará com Dilma, Juventude do PT, União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes), União da Juventude Socialista (UJS), Movimento Médicos pela Democracia, Movimento Juristas pela Legalidade e pela Democracia, Consulta Popular e Instituto Latino-Americano de Direito, Política e Democracia. Organizadas, essas entidades assumiram o compromisso de fortalecer a Virada Cultural Pelas Diretas Já, que ocorrerá no próximo domingo (16/7), a partir das 15 horas, no Parque do Cocó. Agora, o ato amplia o conteúdo, em defesa dos direitos e em solidariedade ao ex-presidente Lula e ao que ele representa: esperança de avanços e de conquistas sociais, de um país mais soberano e menos injusto. Novas atividades de resistência e atos de rua devem ser realizadas ao longo da próxima semana. Para o presidente da CUT-CE, Wil Pereira, o ato de hoje foi uma pequena demonstração do que vai ser realizado no próximo domingo, durante a Virada Cultural. “O que está em jogo é a ameaça não mais velada, e sim descarada, a um projeto político e social nunca antes realizado no Brasil. A nossa luta agora é em defesa não de um homem, mas desse projeto político que transformou nosso país”, afirmou Wil.



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