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CUT SE analisa momento político e define plano de lutas

"Será preciso mudar radicalmente o Congresso Nacional para o país voltar a crescer"

Escrito por: Érica Aragão, com informações da assessoria de comunicação da CUT SE • Publicado em: 17/07/2017 - 18:12 • Última modificação: 18/07/2017 - 14:34 Escrito por: Érica Aragão, com informações da assessoria de comunicação da CUT SE Publicado em: 17/07/2017 - 18:12 Última modificação: 18/07/2017 - 14:34

CUT Sergipe

No último sábado (15) aconteceu o encerramento da 15ª Plenária- Congresso Extraordinário Estadual da Central Única dos Trabalhadores de Sergipe (CUT/SE). Por dois dias, a atividade reuniu mais de 200 lideranças sindicais do estado no auditório da Escola Municipal Presidente Vargas, no bairro Siqueira Campos, em Aracaju.

 A 15ª Plenária, além de definir delegados e delegadas, aprovou 11 moções, uma resolução e 22 emendas que serão levadas e avaliadas por lideranças sindicais de todo o Brasil durante a 15ª Plenária Nacional da CUT, que será em São Paulo entre os dias 28 e 30 de agosto.

A secretária Nacional de Política Social e Direitos Humanos da CUT, Jandyra Uehara, expôs uma análise de conjuntura.

Depois de Jandyra afirmar que a crise não começou em 2008, mas apenas se aprofundou, a dirigente explicou que a desigualdade social no mundo chegou ao ápice, ao ponto em que apenas 200 empresas controlam a produção de bens de tudo que usamos.

“A saída do capital é a barbárie capitalista: retrocesso, violência, corte de direitos... Vivemos um acirramento brutal da luta de classes”.

A plenária definiu estratégias para o enfrentamento contra reformas e o avanço das propostas neoliberais no país. 

O presidente da CUT/SE, professor Rubens Marques, agradeceu a participação de todos e todas e frisou que será necessário mudar as peças do jogo para que o Brasil retorne, com eleições diretas, o crescimento com distribuição de renda e fortes investimentos sociais.

“Para isso acontecer, será preciso mudar radicalmente o Congresso Nacional e colocar lá parlamentares que se comprometam em revogar a PEC que limita os gastos públicos, e também a lei da terceirização e reforma trabalhista", destacou.

Para Jandyra, o momento exige ampliação da luta. “Não será uma luta fácil, por isso precisamos organizar a luta social vinculada à luta cultural. E não temos o direito de vacilar.”.  

Título: CUT SE analisa momento político e define plano de lutas, Conteúdo: No último sábado (15) aconteceu o encerramento da 15ª Plenária- Congresso Extraordinário Estadual da Central Única dos Trabalhadores de Sergipe (CUT/SE). Por dois dias, a atividade reuniu mais de 200 lideranças sindicais do estado no auditório da Escola Municipal Presidente Vargas, no bairro Siqueira Campos, em Aracaju.  A 15ª Plenária, além de definir delegados e delegadas, aprovou 11 moções, uma resolução e 22 emendas que serão levadas e avaliadas por lideranças sindicais de todo o Brasil durante a 15ª Plenária Nacional da CUT, que será em São Paulo entre os dias 28 e 30 de agosto. A secretária Nacional de Política Social e Direitos Humanos da CUT, Jandyra Uehara, expôs uma análise de conjuntura. Depois de Jandyra afirmar que a crise não começou em 2008, mas apenas se aprofundou, a dirigente explicou que a desigualdade social no mundo chegou ao ápice, ao ponto em que apenas 200 empresas controlam a produção de bens de tudo que usamos. “A saída do capital é a barbárie capitalista: retrocesso, violência, corte de direitos... Vivemos um acirramento brutal da luta de classes”. A plenária definiu estratégias para o enfrentamento contra reformas e o avanço das propostas neoliberais no país.  O presidente da CUT/SE, professor Rubens Marques, agradeceu a participação de todos e todas e frisou que será necessário mudar as peças do jogo para que o Brasil retorne, com eleições diretas, o crescimento com distribuição de renda e fortes investimentos sociais. “Para isso acontecer, será preciso mudar radicalmente o Congresso Nacional e colocar lá parlamentares que se comprometam em revogar a PEC que limita os gastos públicos, e também a lei da terceirização e reforma trabalhista, destacou. Para Jandyra, o momento exige ampliação da luta. “Não será uma luta fácil, por isso precisamos organizar a luta social vinculada à luta cultural. E não temos o direito de vacilar.”.  



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