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CUT-SP condena tentativa de Alckmin e Doria de barrar o direito à greve dos metroviários e condutores

Central também repudia crítica feita à paralisação legitima dos professores

Escrito por: CUT-SP • Publicado em: 14/03/2017 - 19:00 Escrito por: CUT-SP Publicado em: 14/03/2017 - 19:00

A Central Única dos Trabalhadores de São Paulo repudia com veemência a tentativa do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e do prefeito João Doria (PSDB) de tentar impedir a greve convocada pelos metroviários e pelos condutores de ônibus de São Paulo para esta quarta-feira (15), Dia Nacional de Paralisação e Mobilização.

Na manhã desta terça-feira (14), Alckmin anunciou que o governo estadual entrou com um pedido de liminar para impedir os metroviários de entrarem em greve. Além disso, a Companhia do Metropolitano de São Paulo, empresa que administra o Metrô, tem ameaçado internamente e nas redes sociais a organização dos trabalhadores.

Alckmin também criticou a paralisação dos professores que, além de aderirem às paralisações contra as reformas trabalhista e da Previdência, cruzarão os braços por reajuste salarial, o que não ocorre há cerca de dois anos e nove meses.

João Doria (PSDB), apadrinhado político de Alckmin, também entrou na justiça contra a paralisação dos motoristas e cobradores de ônibus.

A CUT-SP repudia as tentativas dos administradores tucanos de impedir a legitima paralisação dos trabalhadores, atitude considerada prática antissindical, pois fere o direito à manifestação e a autonomia sindical, desrespeitando, dessa forma, leis nacionais e convenções internacionais das quais o Brasil é signatário.

CONTRA AS REFORMAS TRABALHISTAS E DA PREVIDÊNCIA
NENHUM DIREITO A MENOS

Direção CUT-SP

Título: CUT-SP condena tentativa de Alckmin e Doria de barrar o direito à greve dos metroviários e condutores, Conteúdo: A Central Única dos Trabalhadores de São Paulo repudia com veemência a tentativa do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e do prefeito João Doria (PSDB) de tentar impedir a greve convocada pelos metroviários e pelos condutores de ônibus de São Paulo para esta quarta-feira (15), Dia Nacional de Paralisação e Mobilização. Na manhã desta terça-feira (14), Alckmin anunciou que o governo estadual entrou com um pedido de liminar para impedir os metroviários de entrarem em greve. Além disso, a Companhia do Metropolitano de São Paulo, empresa que administra o Metrô, tem ameaçado internamente e nas redes sociais a organização dos trabalhadores. Alckmin também criticou a paralisação dos professores que, além de aderirem às paralisações contra as reformas trabalhista e da Previdência, cruzarão os braços por reajuste salarial, o que não ocorre há cerca de dois anos e nove meses. João Doria (PSDB), apadrinhado político de Alckmin, também entrou na justiça contra a paralisação dos motoristas e cobradores de ônibus. A CUT-SP repudia as tentativas dos administradores tucanos de impedir a legitima paralisação dos trabalhadores, atitude considerada prática antissindical, pois fere o direito à manifestação e a autonomia sindical, desrespeitando, dessa forma, leis nacionais e convenções internacionais das quais o Brasil é signatário. CONTRA AS REFORMAS TRABALHISTAS E DA PREVIDÊNCIA NENHUM DIREITO A MENOS Direção CUT-SP



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