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Esquenta para greve geral tem blitz da CUT-RS em aeroporto de Porto Alegre

Constrangidos, parlamentares gaúchos trocam horários de voo para evitar mobilizações no ae

Escrito por: Luciana Waclawovsky / Com informações da CUT-RS • Publicado em: 18/04/2017 - 15:16 • Última modificação: 18/04/2017 - 15:36 Escrito por: Luciana Waclawovsky / Com informações da CUT-RS Publicado em: 18/04/2017 - 15:16 Última modificação: 18/04/2017 - 15:36

Na manhã desta terça-feira (18), quem pegou os primeiros voos no principal aeroporto da capital gaúcha foi surpreendido pela ação promovida pela CUT Rio Grande do Sul em parceria com federações e sindicatos filiados. A atividade é parte do dia de panfletagem organizado pela CUT nacional e tem o objetivo de alertar a população sobre o desmonte do Estado brasileiro que as reformas do presidente sem votos Michel Temer pretende implementar a toque em caixa, em conluio com sua base aliada no Congresso Nacional.

Porém, a principal proposta do movimento foi deixar claro que parlamentares gaúchos que fazem parte do apoio de Temer e pretendem votar a favor das reformas terão seus nomes marcados eternamente como inimigos da classe trabalhadora. Até o horário dos primeiros embarques, por volta de 5h a 7h, nenhum deputado ou senador com voto favorável ao governo embarcou para Brasília. A principal hipótese para a mudança de hábito, já que os trabalhos legislativos acontecem de terça-feira a quinta-feira no Congresso Nacional, é evitar o constrangimento de ter de explicar aos seus eleitores o porquê de acabar com os direitos trabalhistas e rasgar a Constituição Federal.

Segundo o diretor presidente da Federação dos Empregados em Saúde do Rio Grande do Sul, Milton Francisco Kempfer, essa ação é para convencer os parlamentares a votar contra as reformas da Previdência e Trabalhista, “além de panfletear materiais para alertar à população que os projetos propostos representam o fim do direito à aposentadoria e o fim da legislação trabalhista, do 13º salário, das férias e a precarização das relações com a terceirização já sancionada pelo presidente ilegítimo”, esclareceu o dirigente. Para ele, a blitz da CUT no aeroporto Salgado Filho alterou a rotina dos congressistas gaúchos que, de acordo com Kempfer, devem ter alterado os horários de embarque e desembarque para a Capital Federal com receio de cruzar com os sindicalistas, “eles sabem que estão fazendo a coisa errada e que estão tirando nossos direitos e devem ter dificuldade de nos encarar neste momento”, destacou.

Entre os deputados federais que embarcaram para Brasília estavam Henrique Fontana (PT), Afonso Motta (PDT), Assis Melo (PCdoB) e Elvino Bohn Gass (PT). Eles pararam para dialogar com os dirigentes sindicais e se manifestaram contra as reformas do governo que retiraram direitos da classe trabalhadora. Para Fontana, é necessário reagir com intensidade a esse desmonte do Estado brasileiro e devem se dar por meio de todos os mecanismos que a democracia oferece, “quem não pode sair de casa, escreva cartas, envie correspondência eletrônica ou poste nas redes sociais dos deputados e deputadas, para criar um ambiente pois temos todas as condições de frear as duas anti-reformas”, enfatizou o parlamentar.

Conheça aqui os parlamentares gaúchos que apóiam o governo Temer.

 

Título: Esquenta para greve geral tem blitz da CUT-RS em aeroporto de Porto Alegre, Conteúdo: Na manhã desta terça-feira (18), quem pegou os primeiros voos no principal aeroporto da capital gaúcha foi surpreendido pela ação promovida pela CUT Rio Grande do Sul em parceria com federações e sindicatos filiados. A atividade é parte do dia de panfletagem organizado pela CUT nacional e tem o objetivo de alertar a população sobre o desmonte do Estado brasileiro que as reformas do presidente sem votos Michel Temer pretende implementar a toque em caixa, em conluio com sua base aliada no Congresso Nacional. Porém, a principal proposta do movimento foi deixar claro que parlamentares gaúchos que fazem parte do apoio de Temer e pretendem votar a favor das reformas terão seus nomes marcados eternamente como inimigos da classe trabalhadora. Até o horário dos primeiros embarques, por volta de 5h a 7h, nenhum deputado ou senador com voto favorável ao governo embarcou para Brasília. A principal hipótese para a mudança de hábito, já que os trabalhos legislativos acontecem de terça-feira a quinta-feira no Congresso Nacional, é evitar o constrangimento de ter de explicar aos seus eleitores o porquê de acabar com os direitos trabalhistas e rasgar a Constituição Federal. Segundo o diretor presidente da Federação dos Empregados em Saúde do Rio Grande do Sul, Milton Francisco Kempfer, essa ação é para convencer os parlamentares a votar contra as reformas da Previdência e Trabalhista, “além de panfletear materiais para alertar à população que os projetos propostos representam o fim do direito à aposentadoria e o fim da legislação trabalhista, do 13º salário, das férias e a precarização das relações com a terceirização já sancionada pelo presidente ilegítimo”, esclareceu o dirigente. Para ele, a blitz da CUT no aeroporto Salgado Filho alterou a rotina dos congressistas gaúchos que, de acordo com Kempfer, devem ter alterado os horários de embarque e desembarque para a Capital Federal com receio de cruzar com os sindicalistas, “eles sabem que estão fazendo a coisa errada e que estão tirando nossos direitos e devem ter dificuldade de nos encarar neste momento”, destacou. Entre os deputados federais que embarcaram para Brasília estavam Henrique Fontana (PT), Afonso Motta (PDT), Assis Melo (PCdoB) e Elvino Bohn Gass (PT). Eles pararam para dialogar com os dirigentes sindicais e se manifestaram contra as reformas do governo que retiraram direitos da classe trabalhadora. Para Fontana, é necessário reagir com intensidade a esse desmonte do Estado brasileiro e devem se dar por meio de todos os mecanismos que a democracia oferece, “quem não pode sair de casa, escreva cartas, envie correspondência eletrônica ou poste nas redes sociais dos deputados e deputadas, para criar um ambiente pois temos todas as condições de frear as duas anti-reformas”, enfatizou o parlamentar. Conheça aqui os parlamentares gaúchos que apóiam o governo Temer.  



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