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Foi dada a largada: começaram as atividades do Fórum Social Temático 2016

Diversidade dos povos, alegria e solidariedade marcam marcha de abertura

Escrito por: Érica Aragão • Publicado em: 20/01/2016 - 02:32 • Última modificação: 20/01/2016 - 10:22 Escrito por: Érica Aragão Publicado em: 20/01/2016 - 02:32 Última modificação: 20/01/2016 - 10:22

Érica Aragão

Foi com música e muito calor que o Largo Glênio Peres, em Porto Alegre, começou a ser povoado. Bandeiras de todas as cores, balões, batucada e a diversidade dos povos tomaram conta do centro da capital do Rio Grande do Sul.

A marcha de abertura do Fórum Social Temático 2016 “Paz, Democracia, Direitos dos Povos e do Planeta” reuniu milhares de pessoas de todo país e de militantes das Américas nesta terça-feira (19). A atividade deu o pontapé ao último processo do Fórum Social Mundial 15 anos, que acontecerá em Agosto, no Canadá.

“Estamos comemorando 15 anos de uma iniciativa dos movimentos sociais, dos movimentos populares, das centrais sindicais, dos sindicatos, do movimento estudantil numa perspectiva de construir uma nova dimensão para o planeta”, disse o secretário adjunto de Relações Internacionais da CUT, Ariovaldo de Camargo.

Para o dirigente executivo nacional da CUT, Rogério Pantoja, que também faz parte do Conselho Internacional do FSM, o espaço é importante e aglutina as mais diversas atividades dos movimentos populares. “O Fórum não pode ser somente um espaço de reflexão, temos que partir para ação. Temos que fazer um debate de dar o próximo passo, que são ações conjuntas para transformar o país”.

O presidente da CUT Rio Grande do Sul, Claudir Nespolo, destacou o papel da CUT na organização do FSM. “É legítimo que a classe trabalhadora tenha momento de unidade com os movimentos sociais para refletir suas tarefas, não só para manter governos progressivas, mas também como manter as pautas da classe trabalhadora e a distribuição de renda como formas estruturantes para o desenvolvimento da cultura e da inclusão social”.

A partir desta quarta (20) mais de 470 atividades acontecerão paralelamente em várias regiões de Porto Alegre.

Acompanhe a programação aqui.

Neste link as atividades da CUT.

 

História do Fórum Social Mundial (FSM)

O primeiro Fórum Social Mundial teve objetivo de se contrapor ao Fórum Econômico Mundial de Davos que, desde 1971, defende as políticas neoliberais em todo mundo. O Comitê Organizador do FSM 2001 foi formado por oito entidades brasileiras: Abong, Attac, CBJP, Cives, CUT, Ibase, MST e Rede Social de Justiça e Direitos Humanos.

 

15 anos depois

O Fórum Social Mundial 15 anos será entre 9 e 14 de Agosto, em Montreal no Canadá.

O objetivo do FSM 2016 é reunir dezenas de milhares de pessoas dos grupos da sociedade civil, organizações e movimentos sociais que querem construir um mundo sustentável e inclusivo, onde cada pessoa e de cada povo tem o seu lugar e pode fazer a sua voz ouvida.

Carminda Mac Lorin, coordenadora geral do FSM falou da importância dos povos estarem juntos para construir um mundo mais justo. “Necessitamos estar juntos pois estamos a frente de um sistema que é muito forte e a única maneira de enfrentarmos é estarmos unidos na diversidade e no respeito. Nós estaremos juntas e juntos nesta luta. Um outro mundo é possível!”

 

 

 

Título: Foi dada a largada: começaram as atividades do Fórum Social Temático 2016, Conteúdo: Foi com música e muito calor que o Largo Glênio Peres, em Porto Alegre, começou a ser povoado. Bandeiras de todas as cores, balões, batucada e a diversidade dos povos tomaram conta do centro da capital do Rio Grande do Sul. A marcha de abertura do Fórum Social Temático 2016 “Paz, Democracia, Direitos dos Povos e do Planeta” reuniu milhares de pessoas de todo país e de militantes das Américas nesta terça-feira (19). A atividade deu o pontapé ao último processo do Fórum Social Mundial 15 anos, que acontecerá em Agosto, no Canadá. “Estamos comemorando 15 anos de uma iniciativa dos movimentos sociais, dos movimentos populares, das centrais sindicais, dos sindicatos, do movimento estudantil numa perspectiva de construir uma nova dimensão para o planeta”, disse o secretário adjunto de Relações Internacionais da CUT, Ariovaldo de Camargo. Para o dirigente executivo nacional da CUT, Rogério Pantoja, que também faz parte do Conselho Internacional do FSM, o espaço é importante e aglutina as mais diversas atividades dos movimentos populares. “O Fórum não pode ser somente um espaço de reflexão, temos que partir para ação. Temos que fazer um debate de dar o próximo passo, que são ações conjuntas para transformar o país”. O presidente da CUT Rio Grande do Sul, Claudir Nespolo, destacou o papel da CUT na organização do FSM. “É legítimo que a classe trabalhadora tenha momento de unidade com os movimentos sociais para refletir suas tarefas, não só para manter governos progressivas, mas também como manter as pautas da classe trabalhadora e a distribuição de renda como formas estruturantes para o desenvolvimento da cultura e da inclusão social”. A partir desta quarta (20) mais de 470 atividades acontecerão paralelamente em várias regiões de Porto Alegre. Acompanhe a programação aqui. Neste link as atividades da CUT.   História do Fórum Social Mundial (FSM) O primeiro Fórum Social Mundial teve objetivo de se contrapor ao Fórum Econômico Mundial de Davos que, desde 1971, defende as políticas neoliberais em todo mundo. O Comitê Organizador do FSM 2001 foi formado por oito entidades brasileiras: Abong, Attac, CBJP, Cives, CUT, Ibase, MST e Rede Social de Justiça e Direitos Humanos.   15 anos depois O Fórum Social Mundial 15 anos será entre 9 e 14 de Agosto, em Montreal no Canadá. O objetivo do FSM 2016 é reunir dezenas de milhares de pessoas dos grupos da sociedade civil, organizações e movimentos sociais que querem construir um mundo sustentável e inclusivo, onde cada pessoa e de cada povo tem o seu lugar e pode fazer a sua voz ouvida. Carminda Mac Lorin, coordenadora geral do FSM falou da importância dos povos estarem juntos para construir um mundo mais justo. “Necessitamos estar juntos pois estamos a frente de um sistema que é muito forte e a única maneira de enfrentarmos é estarmos unidos na diversidade e no respeito. Nós estaremos juntas e juntos nesta luta. Um outro mundo é possível!”      



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