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Frente de magistrados repele Reforma Trabalhista

Entidades afirmam que se trata do maior projeto de retirada de direitos trabalhista

Escrito por: CUT Nacional • Publicado em: 19/04/2017 - 11:07 • Última modificação: 20/04/2017 - 21:37 Escrito por: CUT Nacional Publicado em: 19/04/2017 - 11:07 Última modificação: 20/04/2017 - 21:37

Reprodução

A Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (FRENTAS), composta pela Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP), Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), Associação dos Juízes Federais do Brasil (AJUFE), Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Associação Nacional do Ministério Público Militar (ANMPM), Associação dos Membros do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (AMPDFT) e Associação dos Magistrados do Distrito Federal e Territórios (AMAGIS-DF), entidades de classe de âmbito nacional que congregam mais de 40 mil juízes e membros do Ministério Público, publicou nota pública rechaçando os termos do substitutivo apresentado pelo deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) no Projeto de Lei n. 6787/2016, que trata da Reforma Trabalhista,

Para a entidade, não há dúvida em afirmar que “se cuida do maior projeto de retirada de direitos trabalhistas já discutido no Congresso Nacional desde o advento da CLT”. Ainda conforme o documento, o substitutivo apresentado no PL extrapola em muito o objeto da proposta encaminhada pelo executivo federal, “mas esse detalhe formal está longe de ser o seu problema mais grave”.

Confira aqui a íntegra da NOTA PÚBLICA

 

Título: Frente de magistrados repele Reforma Trabalhista, Conteúdo: A Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (FRENTAS), composta pela Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP), Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), Associação dos Juízes Federais do Brasil (AJUFE), Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Associação Nacional do Ministério Público Militar (ANMPM), Associação dos Membros do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (AMPDFT) e Associação dos Magistrados do Distrito Federal e Territórios (AMAGIS-DF), entidades de classe de âmbito nacional que congregam mais de 40 mil juízes e membros do Ministério Público, publicou nota pública rechaçando os termos do substitutivo apresentado pelo deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) no Projeto de Lei n. 6787/2016, que trata da Reforma Trabalhista, Para a entidade, não há dúvida em afirmar que “se cuida do maior projeto de retirada de direitos trabalhistas já discutido no Congresso Nacional desde o advento da CLT”. Ainda conforme o documento, o substitutivo apresentado no PL extrapola em muito o objeto da proposta encaminhada pelo executivo federal, “mas esse detalhe formal está longe de ser o seu problema mais grave”. Confira aqui a íntegra da NOTA PÚBLICA  



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