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#MachismoMata - Violência contra as mulheres: Tolerância zero

Nota da CUT sobre chacina do réveillon de Campinas

Escrito por: CUT-SP e CUT-Nacional • Publicado em: 06/01/2017 - 11:19 • Última modificação: 06/01/2017 - 11:22 Escrito por: CUT-SP e CUT-Nacional Publicado em: 06/01/2017 - 11:19 Última modificação: 06/01/2017 - 11:22

Reprodução

A Secretaria Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT, a Secretaria da Mulher Trabalhadora da CUT-SP e o Coletivo de Mulheres da Subsede Campinas vêm a público se solidarizar com os parentes, amigos e amigas das vítimas da chacina ocorrida na madrugada da virada do ano de 2017, na cidade de Campinas, e manifestar nossa indignação e revolta em relação ao crime cometido por Sidnei Araújo, que matou Isamara, a ex-esposa, o filho e mais dez pessoas, entre membros da família, amigas e amigos, que participavam de uma festa de réveillon.

Assim como acontece em outros femincídios, o assassino buscou culpar a vítima. Na carta que deixou ele expressou seu ódio às mulheres, e em particular àquelas que ele chama de “vadias”, ao feminismo e às leis que o impediam de subjugar sua ex-esposa. Para esse tipo de pessoa, “vadia” são as mulheres que no seu dia a dia buscam liberdade e autonomia.

Não aceitamos manifestações de machismo, violência e misoginia.

Repudiamos a banalização da violência contra a mulher.

Continuaremos nossa luta para que os governos avancem em políticas de combate à violência machista.
Nenhum direito a menos: contra a redução de direitos e desmonte de políticas públicas para as mulheres.

Pela apuração desse crime.

É fundamental que haja o comprometimento do conjunto da sociedade com o fim da violência.
Basta de violência! “Nenhuma a menos, vivas nos queremos”

Junéia Batista – Secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT
Ana Lúcia Firmino – Secretária Estadual da Mulher Trabalhadora da CUT-SP
Coletivo de Mulheres da Subsede Campinas da CUT-SP

Título: #MachismoMata - Violência contra as mulheres: Tolerância zero, Conteúdo: A Secretaria Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT, a Secretaria da Mulher Trabalhadora da CUT-SP e o Coletivo de Mulheres da Subsede Campinas vêm a público se solidarizar com os parentes, amigos e amigas das vítimas da chacina ocorrida na madrugada da virada do ano de 2017, na cidade de Campinas, e manifestar nossa indignação e revolta em relação ao crime cometido por Sidnei Araújo, que matou Isamara, a ex-esposa, o filho e mais dez pessoas, entre membros da família, amigas e amigos, que participavam de uma festa de réveillon. Assim como acontece em outros femincídios, o assassino buscou culpar a vítima. Na carta que deixou ele expressou seu ódio às mulheres, e em particular àquelas que ele chama de “vadias”, ao feminismo e às leis que o impediam de subjugar sua ex-esposa. Para esse tipo de pessoa, “vadia” são as mulheres que no seu dia a dia buscam liberdade e autonomia. Não aceitamos manifestações de machismo, violência e misoginia. Repudiamos a banalização da violência contra a mulher. Continuaremos nossa luta para que os governos avancem em políticas de combate à violência machista. Nenhum direito a menos: contra a redução de direitos e desmonte de políticas públicas para as mulheres. Pela apuração desse crime. É fundamental que haja o comprometimento do conjunto da sociedade com o fim da violência. Basta de violência! “Nenhuma a menos, vivas nos queremos” Junéia Batista – Secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT Ana Lúcia Firmino – Secretária Estadual da Mulher Trabalhadora da CUT-SP Coletivo de Mulheres da Subsede Campinas da CUT-SP



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