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Nota da CUT de repúdio contra o assassinato da trabalhadora Francisca das Chagas Silva

Francisca era trabalhadora rural e sócia no Sindicato de Mirando do Norte

Escrito por: CUT Nacional • Publicado em: 05/02/2016 - 16:31 • Última modificação: 05/02/2016 - 17:11 Escrito por: CUT Nacional Publicado em: 05/02/2016 - 16:31 Última modificação: 05/02/2016 - 17:11

Sindicato de Miranda do Norte

A Central Única dos Trabalhadores vem a público manifestar seu repúdio contra o assassinato da Margarida Francisca das Chagas Silva, de 34 anos, que foi morta com requintes de crueldade, e sinais de violência sexual, na madrugada do dia 1º de fevereiro.

Quilombola do povoado Joaquim Maria, na zona rural do município maranhense, de Miranda do Norte, Francisca, era trabalhadora rural e sócia no Sindicato. Foi uma das muitas Margaridas que estiveram em agosto de 2015 em Brasília, reivindicando um Brasil e um mundo, com: “Desenvolvimento Sustentável com Democracia, Justiça, Autonomia, Igualdade e Liberdade”.

O assassinato da mulher e trabalhadora rural evidencia como ainda é assustadora a violência que é praticada contra as mulheres no Brasil, sobretudo as mulheres negras.

A CUT, que sempre lutou por políticas públicas para combater, enfrentar e denunciar qualquer tipo de violência, irá cobrar e acompanhar para que haja uma investigação rigorosa e que todos os envolvidos, mandantes e executores sejam punidos. Francisca foi mais uma vítima machismo e do ódio de classe em nosso país.

Título: Nota da CUT de repúdio contra o assassinato da trabalhadora Francisca das Chagas Silva, Conteúdo: A Central Única dos Trabalhadores vem a público manifestar seu repúdio contra o assassinato da Margarida Francisca das Chagas Silva, de 34 anos, que foi morta com requintes de crueldade, e sinais de violência sexual, na madrugada do dia 1º de fevereiro. Quilombola do povoado Joaquim Maria, na zona rural do município maranhense, de Miranda do Norte, Francisca, era trabalhadora rural e sócia no Sindicato. Foi uma das muitas Margaridas que estiveram em agosto de 2015 em Brasília, reivindicando um Brasil e um mundo, com: “Desenvolvimento Sustentável com Democracia, Justiça, Autonomia, Igualdade e Liberdade”. O assassinato da mulher e trabalhadora rural evidencia como ainda é assustadora a violência que é praticada contra as mulheres no Brasil, sobretudo as mulheres negras. A CUT, que sempre lutou por políticas públicas para combater, enfrentar e denunciar qualquer tipo de violência, irá cobrar e acompanhar para que haja uma investigação rigorosa e que todos os envolvidos, mandantes e executores sejam punidos. Francisca foi mais uma vítima machismo e do ódio de classe em nosso país.



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