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Nota pelo “desaparecimento” da militante do MAB

Nicinha era pescadora e atuante em defesa das populações atingidas por barragens

Escrito por: SindipetroSP • Publicado em: 19/01/2016 - 14:50 Escrito por: SindipetroSP Publicado em: 19/01/2016 - 14:50

O Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo (Sindipetro Unificado-SP) recebeu com profunda tristeza a notícia do “desaparecimento” da militante do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) em Rondônia, Nilce de Souza Magalhães, conhecida carinhosamente por Nicinha. Lamentamos ainda a forma como o inquérito vem sendo conduzido pelas autoridades locais e prestamos nossa solidariedade à família da militante e aos companheiros do MAB.

 

Nicinha era pescadora e atuante em defesa das populações atingidas por barragens e denunciando as violações de direitos humanos, cometidas pelo consórcio responsável pela Usina de Jirau, Energia Sustentável do Brasil (ESBR).

 

Ela desapareceu no dia 7 de janeiro e foi vista pela última vez no barraco onde vivia, em um acampamento. No chão, perto da casa, foi encontrada, quebrada, a correntinha que Nicinha sempre usava no pescoço, o que pode ser o indício de que ela tenha sido levada a força do local.

 

Para a Polícia Civil, Nicinha foi assassinada e, na sexta-feira (15), prendeu um homem, de 26 anos, suspeito pelo crime. O corpo da pescadora, no entanto, até agora não foi encontrado.

 

Reafirmamos nosso total apoio ao MAB e repudiamos a criminalização dos movimentos sociais, que é um verdadeiro retrocesso à democracia do país. Exigimos que o caso seja devidamente investigado e apurado, com dedicação e justiça.

 

Direção do Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo

 

Título: Nota pelo “desaparecimento” da militante do MAB, Conteúdo: O Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo (Sindipetro Unificado-SP) recebeu com profunda tristeza a notícia do “desaparecimento” da militante do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) em Rondônia, Nilce de Souza Magalhães, conhecida carinhosamente por Nicinha. Lamentamos ainda a forma como o inquérito vem sendo conduzido pelas autoridades locais e prestamos nossa solidariedade à família da militante e aos companheiros do MAB.   Nicinha era pescadora e atuante em defesa das populações atingidas por barragens e denunciando as violações de direitos humanos, cometidas pelo consórcio responsável pela Usina de Jirau, Energia Sustentável do Brasil (ESBR).   Ela desapareceu no dia 7 de janeiro e foi vista pela última vez no barraco onde vivia, em um acampamento. No chão, perto da casa, foi encontrada, quebrada, a correntinha que Nicinha sempre usava no pescoço, o que pode ser o indício de que ela tenha sido levada a força do local.   Para a Polícia Civil, Nicinha foi assassinada e, na sexta-feira (15), prendeu um homem, de 26 anos, suspeito pelo crime. O corpo da pescadora, no entanto, até agora não foi encontrado.   Reafirmamos nosso total apoio ao MAB e repudiamos a criminalização dos movimentos sociais, que é um verdadeiro retrocesso à democracia do país. Exigimos que o caso seja devidamente investigado e apurado, com dedicação e justiça.   Direção do Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo  



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