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Senado faz das leis trabalhistas instrumentos de proteção às empresas

Para diretor técnico do Dieese, cenário ainda é reversível

Escrito por: RBA • Publicado em: 12/07/2017 - 14:13 • Última modificação: 12/07/2017 - 14:18 Escrito por: RBA Publicado em: 12/07/2017 - 14:13 Última modificação: 12/07/2017 - 14:18

Imagem: Ribs

Para o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, a aprovação no Senado da reforma trabalhista, nesta terça-feira (11), demonstra uma "estratégia de sucesso do governo", pois a partir de agora, a legislação trabalhista terá um novo protegido. "Com a mudança de 300 itens nas leis referentes ao trabalho, elas viraram uma grande proteção às empresas", afirma, em entrevista à Rádio Brasil Atual, hoje (12).

Clemente diz não acreditar que as mudanças sejam definitivas, sem possibilidade de serem revertidas. Segundo ele, a reforma trabalhista aprovada pelo Senado é uma "agenda aberta" para os movimentos sindicais trabalharem daqui para frente.

"Haverá uma disputa ainda pela frente para forçar o presidente a vetar alguma parte do projeto, depois será na Justiça do Trabalho, no Supremo Tribunal Federal e, principalmente, no chão das fábricas, através da organização sindical", diz o diretor técnico do Dieese.

Título: Senado faz das leis trabalhistas instrumentos de proteção às empresas, Conteúdo: Para o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, a aprovação no Senado da reforma trabalhista, nesta terça-feira (11), demonstra uma estratégia de sucesso do governo, pois a partir de agora, a legislação trabalhista terá um novo protegido. Com a mudança de 300 itens nas leis referentes ao trabalho, elas viraram uma grande proteção às empresas, afirma, em entrevista à Rádio Brasil Atual, hoje (12). Clemente diz não acreditar que as mudanças sejam definitivas, sem possibilidade de serem revertidas. Segundo ele, a reforma trabalhista aprovada pelo Senado é uma agenda aberta para os movimentos sindicais trabalharem daqui para frente. Haverá uma disputa ainda pela frente para forçar o presidente a vetar alguma parte do projeto, depois será na Justiça do Trabalho, no Supremo Tribunal Federal e, principalmente, no chão das fábricas, através da organização sindical, diz o diretor técnico do Dieese.



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