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Só eleições diretas podem tirar o Brasil da crise, assegura Lula

Ex-presidente encontrou-se com o Movimento dos Pequenos Agricultores na sede da CNM/CUT

Escrito por: Assessoria de Imprensa da CNM/CUT • Publicado em: 16/06/2017 - 17:52 • Última modificação: 17/06/2017 - 13:23 Escrito por: Assessoria de Imprensa da CNM/CUT Publicado em: 16/06/2017 - 17:52 Última modificação: 17/06/2017 - 13:23

CNM/CUT Encontro aconteceu na sede da CNM/CUT

O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que somente a eleição direta é o caminho para o Brasil sair da crise política na qual foi colocado pelos golpistas.

A afirmação foi feita na terça-feira (13), em encontro com a coordenação do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), realizado na sede da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT), em São Bernardo do Campo (SP). Para o ex-presidente, "o desafio é recompor a credibilidade das instituições e só com eleições diretas isso será possível”.

Na reunião, os agricultores apresentaram a Lula um panorama do que vem sendo feito pelo MPA no país em favor da reforma agrária e da justiça social no campo. De acordo com os trabalhadores, houve uma deterioração das políticas públicas para a agricultura familiar desde que a presidenta eleita, Dilma Rousseff, foi deposta pelos golpistas. Eles também fizeram questão de destacar os avanços obtidos com os programas inclusivos implantados pelo governo Lula. Alguns relatos, inclusive, foram carregados de emoção.

Depois da exposição dos coordenadores do MPA de cada região do país, o ex-presidente fez uma avaliação dos efeitos do golpe sobre o Brasil. Para ele, as reformas trabalhista e previdenciária significam um retrocesso à “era pré-Getúlio Vargas” e, em alguns estados, poderão levar trabalhadores “à escravidão”. “Acho que nunca na história do movimento sindical, vivemos um período de destruição de conquistas tão rápido quanto este. Em um ano e meio perdemos, por exemplo, os postos de trabalho conquistados em 12 anos na categoria metalúrgica”, disse.

No entanto, Lula assinalou que o momento político brasileiro é muito rico e reavivou a força dos movimentos social e sindical, que estão mostrando para a sociedade o que está por trás do golpe. “Nós temos uma chance real de reconquistar o governo, com o trabalho das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, com o movimento sindical, com os movimentos sociais, apresentando propostas concretas e compreensíveis para a população. O que temos é o nosso legado de 14 anos de governo, com todos os programas inclusivos que fizemos, mostrando que é possível resgatar o otimismo e a alegria do brasileiro. Nosso legado mostra que só cuida de pobre quem gosta de pobre”, destacou.

O presidente da CNM/CUT, Paulo Cayres, recepcionou Lula e a coordenação do MPA. Em sua saudação, feita logo após os relatos dos agricultores, Cayres destacou a importância da unidade entre trabalhadores do campo e da cidade para assegurar a resistência ao golpe e para restabelecer a democracia e o governo democrático-popular no Brasil.

O dirigente metalúrgico lembrou ainda que o Movimento dos Pequenos Agricultores é parceiro histórico da CNM/CUT e que várias ações estão sendo feitas para reforçar a aliança camponesa-operária.

Participaram do encontro representantes do MPA de 11 estados.

Título: Só eleições diretas podem tirar o Brasil da crise, assegura Lula, Conteúdo: O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que somente a eleição direta é o caminho para o Brasil sair da crise política na qual foi colocado pelos golpistas. A afirmação foi feita na terça-feira (13), em encontro com a coordenação do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), realizado na sede da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT), em São Bernardo do Campo (SP). Para o ex-presidente, o desafio é recompor a credibilidade das instituições e só com eleições diretas isso será possível”. Na reunião, os agricultores apresentaram a Lula um panorama do que vem sendo feito pelo MPA no país em favor da reforma agrária e da justiça social no campo. De acordo com os trabalhadores, houve uma deterioração das políticas públicas para a agricultura familiar desde que a presidenta eleita, Dilma Rousseff, foi deposta pelos golpistas. Eles também fizeram questão de destacar os avanços obtidos com os programas inclusivos implantados pelo governo Lula. Alguns relatos, inclusive, foram carregados de emoção. Depois da exposição dos coordenadores do MPA de cada região do país, o ex-presidente fez uma avaliação dos efeitos do golpe sobre o Brasil. Para ele, as reformas trabalhista e previdenciária significam um retrocesso à “era pré-Getúlio Vargas” e, em alguns estados, poderão levar trabalhadores “à escravidão”. “Acho que nunca na história do movimento sindical, vivemos um período de destruição de conquistas tão rápido quanto este. Em um ano e meio perdemos, por exemplo, os postos de trabalho conquistados em 12 anos na categoria metalúrgica”, disse. No entanto, Lula assinalou que o momento político brasileiro é muito rico e reavivou a força dos movimentos social e sindical, que estão mostrando para a sociedade o que está por trás do golpe. “Nós temos uma chance real de reconquistar o governo, com o trabalho das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, com o movimento sindical, com os movimentos sociais, apresentando propostas concretas e compreensíveis para a população. O que temos é o nosso legado de 14 anos de governo, com todos os programas inclusivos que fizemos, mostrando que é possível resgatar o otimismo e a alegria do brasileiro. Nosso legado mostra que só cuida de pobre quem gosta de pobre”, destacou. O presidente da CNM/CUT, Paulo Cayres, recepcionou Lula e a coordenação do MPA. Em sua saudação, feita logo após os relatos dos agricultores, Cayres destacou a importância da unidade entre trabalhadores do campo e da cidade para assegurar a resistência ao golpe e para restabelecer a democracia e o governo democrático-popular no Brasil. O dirigente metalúrgico lembrou ainda que o Movimento dos Pequenos Agricultores é parceiro histórico da CNM/CUT e que várias ações estão sendo feitas para reforçar a aliança camponesa-operária. Participaram do encontro representantes do MPA de 11 estados.



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