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Trabalhadores intensificam mobilização contra PLS 555

Proposta ameaça empresas públicas federais, estaduais e municipais dos mais diversos setor

Escrito por: Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e Região com Contraf-CUT e Fenae • Publicado em: 12/02/2016 - 10:23 • Última modificação: 12/02/2016 - 10:37 Escrito por: Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e Região com Contraf-CUT e Fenae Publicado em: 12/02/2016 - 10:23 Última modificação: 12/02/2016 - 10:37

Reprodução

A próxima semana será decisiva na árdua luta contra o PLS 555/2015. Após o carnaval, estará de volta o risco de que o projeto seja votado no Senado. Inclusive, com apreciação na surdina. Por isso, entidades representativas, trabalhadores e sociedade estão reforçando a mobilização para pressionar parlamentares a não aprovarem a proposta, que ameaça Caixa, BNDES, Petrobras, Correios, Eletrobras e muitas outras empresas públicas federais, estaduais e municipais, dos mais diversos setores.

No dia 16 de fevereiro, o Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e Região estará presente em Brasília junto a trabalhadores de todas as partes do país e diversas categorias. A intenção é ocupar as galerias do Senado para pressionar e esclarecer senadores sobre as ameaças do PLS 555.

Após a vitória parcial da semana passada, com o adiamento da votação da proposta, foi definido pelo Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas que será elaborado um substitutivo ao projeto, a ser apresentado até a próxima segunda-feira (15). A missão está a cargo de um grupo formado por técnicos do Senado e lideranças de partidos políticos. Outra orientação é para que seja mantida a mobilização nas redes sociais, com uso da hashtag #NãoaoPLS555, bem como atos nos estados e nos aeroportos para pressionar os parlamentares.

O Comitê Nacional é formado por cinco centrais sindicais (CUT, CTB, Intersindical, CSP-Conlutas e Nova Central), além de Fenae e FUP. Maria Rita Serrano, que coordena o colegiado e é representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa, reforça que o motor propulsor do PLS 555 é a mídia. "O discurso da imprensa é de que a privatização pode moralizar a gestão nas empresas públicas. Já há mecanismos para isso. Não podemos permitir a volta do pesadelo da década de 1990, quando muitas delas foram privatizadas", diz.

Segundo Rita Serrano, novas ações contra a proposta estão sendo definidas. "Não paramos de nos organizar nem durante o carnaval. Vários companheiros estarão em Brasília a partir de segunda-feira, quando faremos uma reunião na sede da Fenae para organizar a intervenção da terça no Senado. Será um Dia D nessa luta", afirma.

Para a presidenta do Sindicato, Eliana Brasil, os trabalhadores obtiveram mais uma vitória com o adiamento da votação, mas a ameaça permanece. "Estarei no Senado no dia 16 para fortalecer a mobilização dos trabalhadores. Não aceitaremos que ataquem nossas empresas públicas, como a Caixa, que é fundamental para a implementação de políticas e programas sociais como o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida. Contamos com o apoio de todos na defesa deste patrimônio que é do povo brasileiro", afirmou.

Riscos do PLS 555

O Estatuto das Estatais, na verdade, poderia se chamar o Estatuto da Desestatização. O PLS 555 determina que as empresas públicas serão constituídas sob a forma de S.A. (Sociedade Anônima), permitindo a participação do capital privado.

A proposta foi apresentada como parte da Agenda Brasil proposta pelo Senado. É um substitutivo ao PL 167/2015, do senador Tasso Jereissati (PSDB), e uma referência ao PLS 343/2015, do senador Aécio Neves (PSDB).

Título: Trabalhadores intensificam mobilização contra PLS 555, Conteúdo: A próxima semana será decisiva na árdua luta contra o PLS 555/2015. Após o carnaval, estará de volta o risco de que o projeto seja votado no Senado. Inclusive, com apreciação na surdina. Por isso, entidades representativas, trabalhadores e sociedade estão reforçando a mobilização para pressionar parlamentares a não aprovarem a proposta, que ameaça Caixa, BNDES, Petrobras, Correios, Eletrobras e muitas outras empresas públicas federais, estaduais e municipais, dos mais diversos setores. No dia 16 de fevereiro, o Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e Região estará presente em Brasília junto a trabalhadores de todas as partes do país e diversas categorias. A intenção é ocupar as galerias do Senado para pressionar e esclarecer senadores sobre as ameaças do PLS 555. Após a vitória parcial da semana passada, com o adiamento da votação da proposta, foi definido pelo Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas que será elaborado um substitutivo ao projeto, a ser apresentado até a próxima segunda-feira (15). A missão está a cargo de um grupo formado por técnicos do Senado e lideranças de partidos políticos. Outra orientação é para que seja mantida a mobilização nas redes sociais, com uso da hashtag #NãoaoPLS555, bem como atos nos estados e nos aeroportos para pressionar os parlamentares. O Comitê Nacional é formado por cinco centrais sindicais (CUT, CTB, Intersindical, CSP-Conlutas e Nova Central), além de Fenae e FUP. Maria Rita Serrano, que coordena o colegiado e é representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa, reforça que o motor propulsor do PLS 555 é a mídia. O discurso da imprensa é de que a privatização pode moralizar a gestão nas empresas públicas. Já há mecanismos para isso. Não podemos permitir a volta do pesadelo da década de 1990, quando muitas delas foram privatizadas, diz. Segundo Rita Serrano, novas ações contra a proposta estão sendo definidas. Não paramos de nos organizar nem durante o carnaval. Vários companheiros estarão em Brasília a partir de segunda-feira, quando faremos uma reunião na sede da Fenae para organizar a intervenção da terça no Senado. Será um Dia D nessa luta, afirma. Para a presidenta do Sindicato, Eliana Brasil, os trabalhadores obtiveram mais uma vitória com o adiamento da votação, mas a ameaça permanece. Estarei no Senado no dia 16 para fortalecer a mobilização dos trabalhadores. Não aceitaremos que ataquem nossas empresas públicas, como a Caixa, que é fundamental para a implementação de políticas e programas sociais como o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida. Contamos com o apoio de todos na defesa deste patrimônio que é do povo brasileiro, afirmou. Riscos do PLS 555 O Estatuto das Estatais, na verdade, poderia se chamar o Estatuto da Desestatização. O PLS 555 determina que as empresas públicas serão constituídas sob a forma de S.A. (Sociedade Anônima), permitindo a participação do capital privado. A proposta foi apresentada como parte da Agenda Brasil proposta pelo Senado. É um substitutivo ao PL 167/2015, do senador Tasso Jereissati (PSDB), e uma referência ao PLS 343/2015, do senador Aécio Neves (PSDB).



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