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Hoje comemoramos o "Dia do Agricultor Familiar", data que também marca o "Dia Internacional do Agricultor Familiar"

Hoje comemoramos o "Dia do Agricultor Familiar", data que também marca o "Dia Internacional do Agricultor Familiar"

Escrito por: Elisângela Santos Araújo Diretora executiva da CUT Nacional e agricultora familiar na Bahia Publicado em: 25/07/2017 • Última modificação: 25/07/2017 - 12:07 Publicado em: 25/07/2017 Última modificação: 25/07/2017 - 12:07

Hoje comemoramos o Dia do Agricultor Familiar, data que também marca o Dia Internacional do Agricultor Familiar, escolhida pela FAO em 2014 para celebrar (o Ano Internacional da Agricultura Familiar).

No Brasil, a agricultura familiar ajudou a erradicar a miséria extrema, a fome e insegurança alimentar e criar alternativas de renda e trabalho para o povo do campo. Ela sempre foi uma atividade que acompanhou o desenvolvimento do homem desde seu primórdio, logo não é difícil perceber que o campo sempre foi o espaço mais importante para a constituição e manutenção da atividade econômica das sociedades.

Foram muitos os avanços que conquistamos nas últimas décadas na agricultura familiar, mas ainda há muitos desafios para de fato esse modelo de produção fazer parte de uma política de prioridade do nosso Governo. Apesar da sua importância para soberania alimentar, o Governo ainda privilegia os latifundiários, ou seja, o modelo do agronegócio. E isso é notório e ganhou mais impulso na atual conjuntura política, tanto que este ano o Governo de Michel Temer destinou R$ 30 bilhões para o plano da agricultura familiar, enquanto para o plano safra da agricultura patronal os recursos foram de R$ 190 bilhões.

Com um cenário intenso de desigualdade e massacres aos povos do campo, que apenas esse ano já somam 47 assassinatos, com o desmonte de direitos dos trabalhadores e trabalhadoras da agricultura familiar promovido pelo atual Governo Temer como as reformas trabalhista e previdenciária, a Semana do Agricultor e Agricultora Familiar será de protestos e reivindicações.

Os agricultores e agricultoras familiares e dos movimentos que representam o campo não deixarão de levantar as bandeiras e comemorar seu valor diante o país, porém vão às ruas mostrar que o campo resiste, se organiza e sabe unificar a luta e enfrentar as atrocidades cometidas por uma parcela política que pretende desgovernar o país.




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