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Campanha para anular a Reforma Trabalhista está nas ruas

Lançada em todo país, durante as manifestações do Grito dos Excluídos, campanha vai colher 1,3 milhão de assinaturas para revogar golpe contra CLT

Escrito por: CUT Brasil, com CUTs dos estados • Publicado em: 07/09/2017 - 12:48 • Última modificação: 15/09/2017 - 18:26 Escrito por: CUT Brasil, com CUTs dos estados Publicado em: 07/09/2017 - 12:48 Última modificação: 15/09/2017 - 18:26

Socorro Silva / CUT-PI Em Teresina (PI), durante o 23° Grito dos Excluídos, a CUT-PI começou a coleta de assinaturas.

Desde as manifestações do Grito dos Excluídos, no feriado de 7 de setembro, está nas ruas de todo o país a Campanha Pela Anulação da Reforma Trabalhista, que vai coletar 1,3 milhão de assinaturas para um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que propõe a revogação da Reforma Trabalhista de Temer, prevista para entrar em vigor no próximo dia 11 de novembro.

Após o recolhimento das assinaturas, o projeto será entregue à Câmara dos Deputados, com o lançamento de uma nova etapa da campanha, para exigir a votação da proposta. O objetivo do Projeto de Lei de Iniciativa Popular é fazer com que essa medida se some a outras 11 leis revogadas por meio desse instrumento.

A campanha pela anulação da Reforma Trabalhista foi aprovada pelas confederações, federações e sindicatos da CUT, durante o recente Congresso Extraordinário e prevê também a criação de comitês por essas entidades, para coleta de assinatura.

Acesse os materiais da campanha

Clique aqui para acessar os primeiros materiais da campanha, que incluem:

- cartilha com orientações sobre a campanha;

- formulário para coleta de assinaturas;

- banner;

- cartaz.

Os materiais também estão disponíveis no site da CUT e no site da campanha, onde também é possível obter mais informações:

www.cut.org.br

anulareforma.cut.org.br

 

Próximos passos

No dia 3 de outubro, data do aniversário da Petrobrás, no Rio de Janeiro e nas principais capitais do país os petroleiros promoverão manifestações contra a entrega da empresa e de outros patrimônios públicos.

Para a semana de 11 de novembro, dia em que entra em vigor a Reforma Trabalhista, os movimentos sindical e sociais preparam uma manifestação em Brasília. Na ocasião, a Central pretende já ter número suficiente de assinaturas para apresentar o projeto pela revogação do ataque aos direitos da classe trabalhadora.

Título: Campanha para anular a Reforma Trabalhista está nas ruas, Conteúdo: Desde as manifestações do Grito dos Excluídos, no feriado de 7 de setembro, está nas ruas de todo o país a Campanha Pela Anulação da Reforma Trabalhista, que vai coletar 1,3 milhão de assinaturas para um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que propõe a revogação da Reforma Trabalhista de Temer, prevista para entrar em vigor no próximo dia 11 de novembro. Após o recolhimento das assinaturas, o projeto será entregue à Câmara dos Deputados, com o lançamento de uma nova etapa da campanha, para exigir a votação da proposta. O objetivo do Projeto de Lei de Iniciativa Popular é fazer com que essa medida se some a outras 11 leis revogadas por meio desse instrumento. A campanha pela anulação da Reforma Trabalhista foi aprovada pelas confederações, federações e sindicatos da CUT, durante o recente Congresso Extraordinário e prevê também a criação de comitês por essas entidades, para coleta de assinatura. Acesse os materiais da campanha Clique aqui para acessar os primeiros materiais da campanha, que incluem: - cartilha com orientações sobre a campanha; - formulário para coleta de assinaturas; - banner; - cartaz. Os materiais também estão disponíveis no site da CUT e no site da campanha, onde também é possível obter mais informações: www.cut.org.br anulareforma.cut.org.br   Próximos passos No dia 3 de outubro, data do aniversário da Petrobrás, no Rio de Janeiro e nas principais capitais do país os petroleiros promoverão manifestações contra a entrega da empresa e de outros patrimônios públicos. Para a semana de 11 de novembro, dia em que entra em vigor a Reforma Trabalhista, os movimentos sindical e sociais preparam uma manifestação em Brasília. Na ocasião, a Central pretende já ter número suficiente de assinaturas para apresentar o projeto pela revogação do ataque aos direitos da classe trabalhadora.



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