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Grito dos Excluídos faz defesa da democracia e dos direitos trabalhistas

Atos ocorrem amanhã, em diversas cidades do Brasil, com a participação da CUT e movimentos sociais

Escrito por: CUT-SP - Vanessa Ramos • Publicado em: 01/09/2017 - 16:49 • Última modificação: 07/09/2017 - 00:24 Escrito por: CUT-SP - Vanessa Ramos Publicado em: 01/09/2017 - 16:49 Última modificação: 07/09/2017 - 00:24

CUT-SP


A 23ª edição do Grito dos Excluídos deste ano traz como lema “Por direitos e democracia“ e aborda a realidade de um Brasil em crise, com desemprego, retirada de direitos trabalhistas e que em breve enfrentará a votação da reforma da Previdência, proposta que ameaça a aposentadoria de milhões de brasileiros.

A atividade ocorre em todo o Brasil. Em São Paulo, haverá o tradicional ato organizado pela Central de Movimentos Populares (CMP), com apoio de entidades como a CUT São Paulo. A concentração terá início às 9h, na Praça Oswaldo Cruz, ponto inicial da Avenida Paulista. A manifestação seguirá pela Avenida Brigadeiro Luiz Antônio em direção ao Monumento às Bandeiras, ao lado do Parque do Ibirapuera.

Durante o Grito dos Excluídos, a CUT inicia a coleta de assinaturas para um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que revogue a nova legislação Trabalhista que entra em vigor no próximo dia 11 de novembro. 

A meta é coletar mais de 1,3 milhão de assinaturas para que o documento possa ser entregue à Câmara dos Deputados. O passo seguinte é pressionar os deputados a votarem o texto que revoga a proposta do ilegítimo Michel Temer (PMDB) que acabou com diversos direitos trabalhistas (leia quadro abaixo). 

O objetivo do Projeto de Lei de Iniciativa Popular é fazer com que essa medida se some a outras 11 leis revogadas por meio desse instrumento. A Constituição Federal permite que a sociedade apresente uma proposta à Câmara dos Deputados, desde que seja assinada por um número mínimo de cidadãos distribuídos por pelo menos cinco Estados brasileiros.

Coordenador da CMP em São Paulo, Raimundo Bonfim explica que neste ano a atividade evidenciará o desmonte dos direitos, bem como alertará a população sobre os parlamentares que traíram o povo brasileiro, ao apoiarem a reforma trabalhista e o arquivamento das denúncias contra Michel Temer (PMDB).

“Nos últimos anos dos governos de Lula e de Dilma, superamos o desemprego, a exclusão social e a miséria. Mas, o Brasil de hoje não é mais o mesmo. Tínhamos saído do Mapa da Fome da ONU e voltamos neste triste cenário, num país de desemprego onde se agravam as desigualdades sociais”, afirma.

O secretário de Mobilização da CUT São Paulo, João Batista Gomes, reforça o que está em jogo a partir da permanência do presidente ilegítimo no poder. “Vamos intensificar a nossa luta, ainda mais em um cenário em que Temer anuncia privatizações de várias estatais. Nossas riquezas estão em jogo no Brasil e para completar esse desastre, Alckmin e Doria, ambos do PSBD, aplicam a mesma política no estado e na cidade de São Paulo, anunciando as privatizações dos espaços públicos. Estamos nas ruas para dizer que exigimos o respeito à nossa soberania”, aponta o dirigente.

Veja aqui a relação de atos do Grito dos Excluídos nos estados, nos quais a CUT vai lançar a Campanha Pela Anulação da Reforma Trabalhista.

Título: Grito dos Excluídos faz defesa da democracia e dos direitos trabalhistas, Conteúdo: A 23ª edição do Grito dos Excluídos deste ano traz como lema “Por direitos e democracia“ e aborda a realidade de um Brasil em crise, com desemprego, retirada de direitos trabalhistas e que em breve enfrentará a votação da reforma da Previdência, proposta que ameaça a aposentadoria de milhões de brasileiros. A atividade ocorre em todo o Brasil. Em São Paulo, haverá o tradicional ato organizado pela Central de Movimentos Populares (CMP), com apoio de entidades como a CUT São Paulo. A concentração terá início às 9h, na Praça Oswaldo Cruz, ponto inicial da Avenida Paulista. A manifestação seguirá pela Avenida Brigadeiro Luiz Antônio em direção ao Monumento às Bandeiras, ao lado do Parque do Ibirapuera. Durante o Grito dos Excluídos, a CUT inicia a coleta de assinaturas para um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que revogue a nova legislação Trabalhista que entra em vigor no próximo dia 11 de novembro.  A meta é coletar mais de 1,3 milhão de assinaturas para que o documento possa ser entregue à Câmara dos Deputados. O passo seguinte é pressionar os deputados a votarem o texto que revoga a proposta do ilegítimo Michel Temer (PMDB) que acabou com diversos direitos trabalhistas (leia quadro abaixo).  O objetivo do Projeto de Lei de Iniciativa Popular é fazer com que essa medida se some a outras 11 leis revogadas por meio desse instrumento. A Constituição Federal permite que a sociedade apresente uma proposta à Câmara dos Deputados, desde que seja assinada por um número mínimo de cidadãos distribuídos por pelo menos cinco Estados brasileiros. Coordenador da CMP em São Paulo, Raimundo Bonfim explica que neste ano a atividade evidenciará o desmonte dos direitos, bem como alertará a população sobre os parlamentares que traíram o povo brasileiro, ao apoiarem a reforma trabalhista e o arquivamento das denúncias contra Michel Temer (PMDB). “Nos últimos anos dos governos de Lula e de Dilma, superamos o desemprego, a exclusão social e a miséria. Mas, o Brasil de hoje não é mais o mesmo. Tínhamos saído do Mapa da Fome da ONU e voltamos neste triste cenário, num país de desemprego onde se agravam as desigualdades sociais”, afirma. O secretário de Mobilização da CUT São Paulo, João Batista Gomes, reforça o que está em jogo a partir da permanência do presidente ilegítimo no poder. “Vamos intensificar a nossa luta, ainda mais em um cenário em que Temer anuncia privatizações de várias estatais. Nossas riquezas estão em jogo no Brasil e para completar esse desastre, Alckmin e Doria, ambos do PSBD, aplicam a mesma política no estado e na cidade de São Paulo, anunciando as privatizações dos espaços públicos. Estamos nas ruas para dizer que exigimos o respeito à nossa soberania”, aponta o dirigente. Veja aqui a relação de atos do Grito dos Excluídos nos estados, nos quais a CUT vai lançar a Campanha Pela Anulação da Reforma Trabalhista.



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