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Juventude lança manifesto em defesa da educação, dos direitos e Fora Temer

CUT participará da Jornada da Juventude que acontece no próximo dia 17

Escrito por: CUT • Publicado em: 10/08/2017 - 15:06 Escrito por: CUT Publicado em: 10/08/2017 - 15:06

UNE

Manifesto da Jornada de lutas da juventude

Fora Temer! Em defesa da educação pública e gratuita, dos direitos da juventude e Diretas Já!

 Já completamos mais de um ano em que um governo ilegítimo tem implementando um programa neoliberal de forte arrocho e retirada de direitos do povo brasileiro. Essas medidas assumidas pelo governo de Michel Temer não passaram pelo crivo das urnas e certamente seriam recusadas se passassem, tendo em vista o alto índice de rejeição ao governo e às suas propostas, sobretudo às Reformas Trabalhista e Previdenciária.

 O congelamento de investimentos nas áreas sociais pelos próximos 20 anos é outra medida que ataca os direitos da juventude, e que no setor educacional, por exemplo, inviabiliza a realização das metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE). É nosso papel defender a educação pública, gratuita e de qualidade, com acesso democratizado e políticas de assistência estudantil, garantindo uma educação de qualidade para todos, especialmente nesse momento em que tanto o governo quanto alguns veículos da imprensa propõem cobrança de mensalidade.

São cada vez mais alarmantes os índices de violência contra a juventude da periferia, sobretudo negros e negras, que em muitos dos casos tem relação direta com as ações desmedidas e truculentas da Policia Militar que ainda mantém uma lógica militarista arcaica. Ao mesmo tempo o desemprego e a falta de perspectiva para os jovens é cada vez maior. Ao contrário de buscar soluções pra essas questões, avança no Brasil uma pauta conservadora, com a Reforma do Ensino Médio, a proposta da Lei da Mordaça, propostas de cobrança de mensalidades em universidades públicas, cortes no financiamento da ciência, tecnologia e pesquisa nacional, ataques aos direitos das jovens mulheres, negros e negras e LGBTs.

Intensificam-se, também, os abusos do judiciário brasileiro, que, rasgando prerrogativas constitucionais e atropelando o estado democrático de direito, atacam não só aos pobres, como no caso de Rafael Braga, mas também se empenham numa tentativa de rebaixamento da política. Ao mesmo tempo o povo que resiste sofre uma dura perseguição por meio da criminalização da luta política e dos movimentos sociais, manifestado seja pela repressão policial ou mesmo por processos institucionais.

Nesse cenário somente a soberania, a democracia popular e a luta organizada poderão mudar essa situação. Devemos, com o ímpeto juvenil, reforçar a combatividade das nossas lutas, a exemplo das ocupações de estudantes, as greves dos trabalhadores, e toda mobilização que a unidade do movimento social tem feito nos últimos meses. Defendemos novas eleições gerais com as Diretas Já! que devem vir acompanhadas também por uma intensa luta contra as Reformas e toda retirada de direitos e pela apresentação de um programa que sirva de fato à juventude, às mulheres, aos indígenas, aos quilombolas, às comunidades tradicionais, aos negros e negras, aos LGBTs e à toda classe trabalhadora, ou seja, aos brasileiros.

Somos jovens, acreditamos num mundo melhor e na capacidade do nosso povo e lutaremos incansavelmente por nada menos que nossos sonhos. O Brasil que nós queremos virá do nosso suor e nossas mãos. Por isso convocamos a toda juventude brasileira a no dia 17 de Agosto ocupar as ruas, universidades, escolas, no campo e na cidade, e construir uma grande Jornada de Lutas em defesa de nossos direitos e pra que possamos avançar rumo a um país justo.

 Fora Temer!

 Abaixo as Reformas Trabalhista e Previdenciária.

Em defesa da Educação pública e gratuita!

Por novas eleições gerais e Diretas Já!

Título: Juventude lança manifesto em defesa da educação, dos direitos e Fora Temer, Conteúdo: Manifesto da Jornada de lutas da juventude Fora Temer! Em defesa da educação pública e gratuita, dos direitos da juventude e Diretas Já!  Já completamos mais de um ano em que um governo ilegítimo tem implementando um programa neoliberal de forte arrocho e retirada de direitos do povo brasileiro. Essas medidas assumidas pelo governo de Michel Temer não passaram pelo crivo das urnas e certamente seriam recusadas se passassem, tendo em vista o alto índice de rejeição ao governo e às suas propostas, sobretudo às Reformas Trabalhista e Previdenciária.  O congelamento de investimentos nas áreas sociais pelos próximos 20 anos é outra medida que ataca os direitos da juventude, e que no setor educacional, por exemplo, inviabiliza a realização das metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE). É nosso papel defender a educação pública, gratuita e de qualidade, com acesso democratizado e políticas de assistência estudantil, garantindo uma educação de qualidade para todos, especialmente nesse momento em que tanto o governo quanto alguns veículos da imprensa propõem cobrança de mensalidade. São cada vez mais alarmantes os índices de violência contra a juventude da periferia, sobretudo negros e negras, que em muitos dos casos tem relação direta com as ações desmedidas e truculentas da Policia Militar que ainda mantém uma lógica militarista arcaica. Ao mesmo tempo o desemprego e a falta de perspectiva para os jovens é cada vez maior. Ao contrário de buscar soluções pra essas questões, avança no Brasil uma pauta conservadora, com a Reforma do Ensino Médio, a proposta da Lei da Mordaça, propostas de cobrança de mensalidades em universidades públicas, cortes no financiamento da ciência, tecnologia e pesquisa nacional, ataques aos direitos das jovens mulheres, negros e negras e LGBTs. Intensificam-se, também, os abusos do judiciário brasileiro, que, rasgando prerrogativas constitucionais e atropelando o estado democrático de direito, atacam não só aos pobres, como no caso de Rafael Braga, mas também se empenham numa tentativa de rebaixamento da política. Ao mesmo tempo o povo que resiste sofre uma dura perseguição por meio da criminalização da luta política e dos movimentos sociais, manifestado seja pela repressão policial ou mesmo por processos institucionais. Nesse cenário somente a soberania, a democracia popular e a luta organizada poderão mudar essa situação. Devemos, com o ímpeto juvenil, reforçar a combatividade das nossas lutas, a exemplo das ocupações de estudantes, as greves dos trabalhadores, e toda mobilização que a unidade do movimento social tem feito nos últimos meses. Defendemos novas eleições gerais com as Diretas Já! que devem vir acompanhadas também por uma intensa luta contra as Reformas e toda retirada de direitos e pela apresentação de um programa que sirva de fato à juventude, às mulheres, aos indígenas, aos quilombolas, às comunidades tradicionais, aos negros e negras, aos LGBTs e à toda classe trabalhadora, ou seja, aos brasileiros. Somos jovens, acreditamos num mundo melhor e na capacidade do nosso povo e lutaremos incansavelmente por nada menos que nossos sonhos. O Brasil que nós queremos virá do nosso suor e nossas mãos. Por isso convocamos a toda juventude brasileira a no dia 17 de Agosto ocupar as ruas, universidades, escolas, no campo e na cidade, e construir uma grande Jornada de Lutas em defesa de nossos direitos e pra que possamos avançar rumo a um país justo.  Fora Temer!  Abaixo as Reformas Trabalhista e Previdenciária. Em defesa da Educação pública e gratuita! Por novas eleições gerais e Diretas Já!



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