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'Tesourômetro' mostra cortes do financiamento federal em tecnologia, ciência e universidades

Painel eletrônico será inaugurado em Brasília para mostrar sucateamento do ensino

Escrito por: Rede Brasil Atual • Publicado em: 09/08/2017 - 15:57 Escrito por: Rede Brasil Atual Publicado em: 09/08/2017 - 15:57

Divulgação

Para demonstrar a dimensão dos cortes de financiamento federal para as áreas da ciência, tecnologia e humanidades, um grupo de professores universitários, cientistas, estudantes e pesquisadores criou o "tesourômetro", um painel eletrônico que mostra, em tempo real, o impacto dos cortes desde 2015, tendo como referência o orçamento federal aprovado naquele ano. O painel será inaugurado nesta quarta-feira (9), na Quadra 608 Sul, em Brasília. O ato será acompanhado de uma mesa de debate, na sede da Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (AdUnB), às 17h. 

O "tesourômetro" integra a campanha "Conhecimento Sem Cortes", que critica a redução dos investimentos federais e o sucateamento das universidades públicas e dos institutos de pesquisa no Brasil.

Definida como uma "mobilização social aberta e supra partidária", a campanha tem o objetivo de "monitorar e denunciar os cortes de orçamento e suas consequências negativas para a sociedade brasileira, além de sensibilizar a população para o que se produz nas universidades e nos institutos de pesquisa".  

A intenção é obter apoio da sociedade para pressionar o governo federal e assim garantir as condições necessárias para o funcionamento das instituições de ensino superior e de pesquisa.

"Os ambientes de ensino superior e de pesquisa científica são fundamentais na busca de soluções para combater a pobreza, a violência, melhorar a saúde e a educação da população e proporcionar maior eficiência e sustentabilidade socioambiental nos projetos que visam o crescimento do país e a diminuição das desigualdades", explica o site da campanha.

Como resposta às propostas que defendem o pagamento de mensalidade em universidades públicas, como opção de financiamento, a campanha publicou um vídeo mostrando que 90% dos estudantes não poderiam arcar com essa despesa caso as universidades deixassem de ser gratuitas.
 

Título: 'Tesourômetro' mostra cortes do financiamento federal em tecnologia, ciência e universidades, Conteúdo: Para demonstrar a dimensão dos cortes de financiamento federal para as áreas da ciência, tecnologia e humanidades, um grupo de professores universitários, cientistas, estudantes e pesquisadores criou o tesourômetro, um painel eletrônico que mostra, em tempo real, o impacto dos cortes desde 2015, tendo como referência o orçamento federal aprovado naquele ano. O painel será inaugurado nesta quarta-feira (9), na Quadra 608 Sul, em Brasília. O ato será acompanhado de uma mesa de debate, na sede da Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (AdUnB), às 17h.  O tesourômetro integra a campanha Conhecimento Sem Cortes, que critica a redução dos investimentos federais e o sucateamento das universidades públicas e dos institutos de pesquisa no Brasil. Definida como uma mobilização social aberta e supra partidária, a campanha tem o objetivo de monitorar e denunciar os cortes de orçamento e suas consequências negativas para a sociedade brasileira, além de sensibilizar a população para o que se produz nas universidades e nos institutos de pesquisa.   A intenção é obter apoio da sociedade para pressionar o governo federal e assim garantir as condições necessárias para o funcionamento das instituições de ensino superior e de pesquisa. Os ambientes de ensino superior e de pesquisa científica são fundamentais na busca de soluções para combater a pobreza, a violência, melhorar a saúde e a educação da população e proporcionar maior eficiência e sustentabilidade socioambiental nos projetos que visam o crescimento do país e a diminuição das desigualdades, explica o site da campanha. Como resposta às propostas que defendem o pagamento de mensalidade em universidades públicas, como opção de financiamento, a campanha publicou um vídeo mostrando que 90% dos estudantes não poderiam arcar com essa despesa caso as universidades deixassem de ser gratuitas.  



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