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Manter taxa de juros é aprofundar crise econômica

Nota da CUT critica decisão do Banco Central e apontam impacto sobre emprego e renda

Escrito por: Vagner Freitas, Presidente Nacional da CUT • Publicado em: 28/04/2016 - 01:22 • Última modificação: 28/04/2016 - 11:14 Escrito por: Vagner Freitas, Presidente Nacional da CUT Publicado em: 28/04/2016 - 01:22 Última modificação: 28/04/2016 - 11:14

Agência Brasil Manutenção da Taxa Selic é um banho de água fria na economia e no emprego

A taxa de juros (Selic) mantida em 14,25% ao ano é a maior em uma década. Essa decisão do Banco Central é gravíssima para a sociedade brasileira, pois aprofunda a crise econômica, com o segundo ano de queda considerável do PIB, e sinaliza que o fim da crise será mais difícil e cada vez mais distante. Por isso, para a CUT essa decisão é um grande equívoco.

Os juros altos desestimulam a tomada de crédito tanto para investimentos, como o para o consumo das famílias, e fazem o Estado gastar cada vez mais na rolagem da sua dívida, que só esse ano vai consumir mais de R$ 500 bilhões. Montante esse que poderia ser usado em obras de infraestrutura, de casas populares, construção de hospitais, escolas, e melhoria dos serviços públicos em geral.

Assim, os mais prejudicados são os trabalhadores, as trabalhadoras e os pequenos produtores, que estão vendo sua renda diminuir e perdendo seus empregos, em grande parte, por causa dessa política completamente equivocada que estabelece a taxa de juros como a única forma de combater a inflação, a qual o relatório de inflação e a pesquisa Focus do próprio Banco Central apontam estar em queda, o que possibilita uma redução imediata da taxa Selic.

O Brasil precisa de uma redução drástica da taxa de juros como centro de uma nova política econômica que não privilegie apenas os especuladores financeiros e os bancos e priorize o conjunto do povo brasileiro com retomada do crescimento econômico, a geração de emprego e renda.

Vagner Freitas, Presidente Nacional da CUT
 

Título: Manter taxa de juros é aprofundar crise econômica, Conteúdo: A taxa de juros (Selic) mantida em 14,25% ao ano é a maior em uma década. Essa decisão do Banco Central é gravíssima para a sociedade brasileira, pois aprofunda a crise econômica, com o segundo ano de queda considerável do PIB, e sinaliza que o fim da crise será mais difícil e cada vez mais distante. Por isso, para a CUT essa decisão é um grande equívoco. Os juros altos desestimulam a tomada de crédito tanto para investimentos, como o para o consumo das famílias, e fazem o Estado gastar cada vez mais na rolagem da sua dívida, que só esse ano vai consumir mais de R$ 500 bilhões. Montante esse que poderia ser usado em obras de infraestrutura, de casas populares, construção de hospitais, escolas, e melhoria dos serviços públicos em geral. Assim, os mais prejudicados são os trabalhadores, as trabalhadoras e os pequenos produtores, que estão vendo sua renda diminuir e perdendo seus empregos, em grande parte, por causa dessa política completamente equivocada que estabelece a taxa de juros como a única forma de combater a inflação, a qual o relatório de inflação e a pesquisa Focus do próprio Banco Central apontam estar em queda, o que possibilita uma redução imediata da taxa Selic. O Brasil precisa de uma redução drástica da taxa de juros como centro de uma nova política econômica que não privilegie apenas os especuladores financeiros e os bancos e priorize o conjunto do povo brasileiro com retomada do crescimento econômico, a geração de emprego e renda. Vagner Freitas, Presidente Nacional da CUT  



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