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Nota da CUT sobre o pedido de prisão preventiva do ex-presidente Lula

A ação arbitrária do promotor foi amplamente criticada por desembargadores de São Paulo por ser irresponsável e comprometer a credibilidade do Ministério Público

Escrito por: CUT Nacional • Publicado em: 11/03/2016 - 14:21 • Última modificação: 11/03/2016 - 14:40 Escrito por: CUT Nacional Publicado em: 11/03/2016 - 14:21 Última modificação: 11/03/2016 - 14:40

Paula Brandão

A  CUT manifesta o mais veemente repúdio ao pedido de prisão preventiva do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, feito no final da tarde de ontem pelo promotor Cássio Conserino. A inciativa é inaceitável do ponto de vista jurídico e político.

Conserino não é o promotor natural do caso e já havia antecipado à revista Veja sua decisão de denunciar o ex-presidente, antes mesmo de ouvi-lo, o que revela sua indiscutível parcialidade. O pedido não tem base legal e afronta os direitos civis. Lula nunca se negou a prestar informações e tem se mantido à disposição da Justiça

A ação arbitrária do promotor, amplamente criticada por desembargadores de São Paulo por ser irresponsável e comprometer a credibilidade do Ministério Público, tensiona os ânimos e agrava a crise política. A CUT conclama suas bases a permanecerem em estado permanente de mobilização em defesa do ex-Presidente Lula  e da democracia e orienta suas entidades a organizar o dia 18 de março.

 

Direção Executiva da CUT Nacional

Título: Nota da CUT sobre o pedido de prisão preventiva do ex-presidente Lula, Conteúdo: A  CUT manifesta o mais veemente repúdio ao pedido de prisão preventiva do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, feito no final da tarde de ontem pelo promotor Cássio Conserino. A inciativa é inaceitável do ponto de vista jurídico e político. Conserino não é o promotor natural do caso e já havia antecipado à revista Veja sua decisão de denunciar o ex-presidente, antes mesmo de ouvi-lo, o que revela sua indiscutível parcialidade. O pedido não tem base legal e afronta os direitos civis. Lula nunca se negou a prestar informações e tem se mantido à disposição da Justiça A ação arbitrária do promotor, amplamente criticada por desembargadores de São Paulo por ser irresponsável e comprometer a credibilidade do Ministério Público, tensiona os ânimos e agrava a crise política. A CUT conclama suas bases a permanecerem em estado permanente de mobilização em defesa do ex-Presidente Lula  e da democracia e orienta suas entidades a organizar o dia 18 de março.   Direção Executiva da CUT Nacional



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